Retrospectiva

[Retrospectiva 2016] Os fatos que marcaram o ano no mundo Apple

O ano de 2016 talvez fique marcado pela realização de grandes mudanças, mas sem muitos avanços, principalmente no que toca a economia e política em nosso país. No mundo Apple, não foi muito diferente: tivemos alguns lançamentos significativos, mas no final ficou aquela sensação de que não se evoluiu tanto assim em relação ao começo do ano. Tivemos muitos recalls, várias polêmicas, muitos, muitos betas (e bugs), além de novos iPhones com “cara de velhos“.

Este longo artigo tem a pretensão de fazer um resumo das principais notícias que envolveram a maçã nestes últimos 12 meses, com cada assunto contendo um link para o artigo da época. Portanto, pegue a pipoca e boa leitura!

✦ Um ano com turbulências

Não dá para dizer que o ano da Apple foi excepcional. Pela primeira vez desde 2003, o resultado de seus trimestres fiscais foi inferior ao ano anterior. Claro que 2015 tinha batido todos os recordes e seria difícil superá-lo, mas mesmo continuando a ter lucros astronômicos de dar inveja a qualquer outra empresa no mundo, a desaceleração do crescimento foi mal vista pelos analistas e investidores.

Para piorar, a empresa acabou se envolvendo em questões políticas. Primeiro, comprou uma briga forte contra o FBI, que insistia para que os engenheiros da maçã fornecessem instrumentos para desbloquear facilmente um iPhone 5c usado por um terrorista. Tim Cook foi corajoso e trouxe a público a questão, se negando a dar tamanho poder de acesso que poderia ser usado por governos autoritários ao redor do mundo. Deu certo e o FBI, após muito tentar, desistiu.

Depois, outra questão política envolveu a empresa: a União Europeia resolveu impor uma multa de 13 bilhões de Euros à Apple, por benefícios fiscais que o governo da Irlanda tinha concedido. A briga continua até hoje, pois o governo irlandês (que foi quem concedeu o benefício e não recebeu nenhuma punição) foi contra a decisão. Além disso, a Apple acusa a UE de querer se aproveitar do foco “midiático” que a empresa atrai, esquecendo que tantas outras empresas (como Google, Facebook e Microsoft) também receberam benefícios e não foram citadas. Enfim, a novela promete durar ainda bastante tempo.

Ainda falando em política, a maçã entrou em um impasse com o então candidato e agora presidente eleito Donald Trump, que insiste que empresas como a Apple devam levar para os Estados Unidos a produção de seus produtos. A Foxconn até se mostrou interessada em abrir uma unidade lá, mas ela só monta, não fabrica nada. Os grandes fornecedores de peças e tecnologias já se negaram a se mudar para os EUA, o que faria com que no país houvesse apenas uma simples montadora, não uma fábrica (igual ao que acontece no Brasil, aliás). O problema será se Trump cumprir a promessa que fez de impor duras taxas para o que for fabricado em outro país, o que pode complicar a vida da maçã.

Trump

Apesar dessas turbulências, a Apple procurou crescer durante o ano. Abriu (entre outras) mais uma loja física na América Latina (México) e inaugurou a primeira iOS Academy, na Itália, uma faculdade dedicada a programação para dispositivos Apple.

Hola México Apple Store

Tudo isso, no ano que marcou 5 primaveras sem Steve Jobs. O gênio criativo da empresa, que nos deixou em 2011, está fazendo ainda uma falta danada. Foi em 2016 também que completaram-se 20 anos da histórica aquisição da NeXT, que justamente trouxe Jobs de volta e mudou toda a história, permitindo que a Apple completasse, também em 2016, 40 anos de vida. Ufa, quanto aniversário!

✦ O ano dos betas

Não conseguimos lembrar de um ano em que houve tantas atualizações de sistema e tantos betas quanto 2016. Foram no total 15 versões diferentes do sistema, e um caminhão de betas em muitos deles. Houve casos pitorescos em que a Apple lançou três betas diferentes em apenas uma semana, ou então a versão 1.1 de um beta, algo inédito em sua história. Parece até fixação por atualizações. Sem falar do fato do iOS 10 ter sido liberado para o público já na versão 10.0.1, sem nem passar primeiro pela 10.0. Ou seja, um sistema que já foi lançado atualizado!

Beta11

Atualizações lançadas em 2016:

  1. iOS 9.2.1
  2. iOS 9.3
  3. iOS 9.3.1
  4. iOS 9.3.2
  5. iOS 9.3.3
  6. iOS 9.3.4
  7. iOS 9.3.5
  8. iOS 10.0 (instalado apenas no iPhone 7 de fábrica)
  9. iOS 10.0.1
  10. iOS 10.0.2
  11. iOS 10.0.3
  12. iOS 10.1
  13. iOS 10.1.1
  14. iOS 10.2
  15. iOS 10.2.1 (ainda em beta)

Mas claro que o grande destaque do ano foi o lançamento do iOS 10, a atualização maior do sistema que trouxe mudanças importantes para os usuários. Ele decretou oficialmente o fim do suporte aos guerreiros iPhone 4S e iPad 2, que muitos achavam que nem chegaria a suportar o iOS 9. Foram 5 anos de atualizações, algo impressionante para dispositivos eletrônicos (ainda mais considerando que nenhum outro concorrente possui nem metade deste suporte).

✦ O ano dos bugs

Talvez o número elevado de atualizações seja causado pelo número de bugs do sistema, que não foram poucos este ano. Logo no início tivemos um bug bizarro, em que travava dispositivos iOS cuja data do sistema fosse ajustada para 1º de janeiro de 1970. Ele ao ser reiniciado não ligava mais e a única solução era levar a uma assistência técnica autorizada.

Também foi difundido um vídeo que trava completamente qualquer iPhone, necessitando um hard reset para ligá-lo novamente. E um bug no programa iTunes acabou apagando músicas de muitos usuários. Foi um ano que trouxe problemas para muitos.

Mas o que mexeu com muita gente, inclusive no Brasil, foi o fato de muitos iPhones desligarem sozinhos com a bateria ainda indicando 15%, 20%, 40%. Nós levantamos o problema aqui e o artigo teve mais de 500 comentários, com centenas de leitores dizendo que sofriam do mesmo problema. A Apple ignorou o fato até que os chineses começaram a reclamar, o que a forçou a procurar uma solução para isso.

✦ O ano dos recalls

Tantos problemas também geraram alguns recalls da empresa. Ela chegou a autorizar a troca gratuita da bateria de iPhones 6s e 6s Plus que apresentassem o problema que descrevemos acima. Claro que muita gente que possui outros modelos e também apresentam o problema, reclamaram.

Alguns dias antes, a Apple já tinha feito um recall, desta vez com usuários de iPhone 6 Plus. Isso por causa da chamada “doença do touch“, uma suposta fragilidade da estrutura que permite microcurvaturas (o famoso bendgate), que com o tempo danifica a solda da tela. Usamos a palavra “suposta” porque a Apple não admite que exista esta falha no design do aparelho.

Já no início do ano a maçã tinha feito um outro recall, para trocar adaptadores de tomada do iPad e de Macbooks, que podiam se romper e dar choques elétricos. Tenso. Literalmente falando.

✦ O ano dos Emoji

A impressão que passou é que a Apple começou a dar uma enorme importância aos Emoji este ano. No iOS 10, eles receberam uma grande atenção no aplicativo iMessage, com efeitos e tamanho maior, além de uma remodelagem na gráfica deles. Ela também causou polêmica ao mudar a imagem da pistola e tentar alterar o visual do pêssego, por lembrar bastante uma parte do corpo. Ela aproveitou as mudanças para fazer uma homenagem discreta ao cantor David Bowie, falecido no início do ano.

David Bowie Emoji

Foi o ano que nós também lançamos um lindo chaveiro com os novos Emoji do iOS 10, que faz o maior sucesso até hoje. 😉

Chaveiro Emoji

✦ Novos produtos

O ano de 2016 não foi tão intenso em lançamentos quanto o ano anterior, mas mesmo assim foi a primeira vez que tivemos dois lançamentos diferentes de iPhone em um mesmo ano.

A empresa voltou a apresentar um evento em março, em que apresentou um novo smartphone de categoria intermediária (para substituir o iPhone 5c). O iPhone SE (Special Edition) juntou o passado com o presente, usando o mesmíssimo exterior do anterior iPhone 5s, mas com o processamento do iPhone 6s. Tudo isso por um preço mais acessível.

iPhone SE

No mesmo dia, a Apple também lançou uma atualização de seu tablet, com o nome de iPad Pro 9.7. A denominação PRO, que era voltada ao tamanho maior e destinada a um nicho de mercado, acabou substituindo a anterior “Air” e se referindo ao tablet padrão. O problema é que ele veio mais caro, abandonando o clássico preço de partida de US$499, determinado por Steve Jobs. Outro ponto que criou confusão é que as especificações do “Pro” menor fazem ele ser um tablet melhor que a versão maior, lançada 6 meses antes. Ou seja, o “iPadão” Pro não foi em 2016 o melhor produto disponível, mesmo com o seu preço estratosférico.

iPad Pro

Falando em confusão, muitos reclamaram demais da Apple não ter atualizado nenhum Mac de mesa. O Mac Pro, que é voltado para o mercado profissional, está defasado em 3 anos sem receber nenhum upgrade. Apenas o Macbook Pro ganhou uma nova versão, com uma barra interativa sobre o teclado que roda iOS e traz alguns atalhos típicos do sistema do iPhone.

Em setembro, a Apple lançou o tão esperado iPhone 7, com corpo de 6s. O design externo continuou quase igual aos seus dois antecessores, com uma pequena diferença na posição da câmera só para nos forçar a comprar capas novas. Além da melhoria tradicional dos componentes internos, o aparelho veio à prova d’água (algo que se esperava há anos), um botão incorporado à tela (algo que esperávamos há anos) e a falta de uma entrada para fone de ouvido (algo que ainda não estávamos preparados para acontecer). Este último causou muita reclamação por boa parte dos usuários, principalmente pelo fato de não se conseguir carregar o iPhone enquanto se estiver com os fones plugados.

iPhone 7

Em 2016 a Apple mudou o padrão de nomenclatura dos iPhones. Ela tinha o costume de apenas adicionar um “S” aos modelos intermediários que mantinham o design externo e mudavam apenas o interior, alterando a numeração somente quando apresentava um design diferente. Desta vez, ela mudou a numeração (7) sem mudar o design.

Além do iPhone, a Apple também revelou o seu relógio de segunda geração, o Apple Watch Series 2, com GPS, resistência à água e um processador mais rápido. Mas ela resolveu fazer algo diferente e relançou também a versão de primeira geração, com o mesmo processador mais rápido, chamando-a de Series 1. O problema disso é que quem tinha o primeiro Watch ficou com um aparelho completamente defasado e lento, com preço de revenda desvalorizado. As razões dela ter relançado o modelo de primeira geração ainda é uma incógnita para nós.

Watch 2

Mas engana-se quem pensa que a Apple tenha lançado apenas produtos digitais. Ela também disponibilizou para a venda um livro de design, com fotos de produtos criados pela empresa nos últimos 20 anos (que coincidem com a volta de Steve Jobs à Apple, como salientamos no início deste artigo). O modelo maior do livro custa mais caro que um Apple Watch Sport.

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E o último produto do ano foram os AirPods, fones de ouvido sem fio nenhum, nem mesmo para unir um auricular ao outro. Ele foi lançado no final do ano e seus estoques se esgotaram rapidamente no mundo todo. A demora do seu lançamento rendeu motivo para falarmos dele a seguir.

✦ Fails do ano

Este ano até que não houve muitas falhas por parte da Apple (será difícil superar 2010), mas algumas podem ser destacadas. O caso do incrível atraso dos AirPods, por exemplo.

AirPods

A Apple apresentou os revolucionários fones de ouvido no evento do início de setembro, prometendo que eles chegariam ao mercado em outubro. Chegou outubro, passou novembro e nada dos fones serem disponibilizados. Para não serem adiados para 2017, a maçã liberou uma pequena quantidade deles para a venda no final de dezembro, que se esgotaram rapidamente. Agora, só em fevereiro (se tudo der certo desta vez).

Outro fail engraçado foi uma foto publicada pelo próprio Tim Cook no Twitter, tirada com seu iPhone 6s. A imagem borrada e tremida chocou por ser completamente diferente daquelas publicadas pela campanha “Clicada com um iPhone”. É claro que todos sabemos que o aparelho não é milagroso e sempre dependerá do fotógrafo para que a foto fique boa, mas foi engraçado uma imagem “oficial” nos jogar na cara a realidade nua e crua, em contraposição ao mundo maravilhoso vendido pela publicidade.

tuite_cook3

✦ Produtos descontinuados em 2016

A Apple aparentemente desistiu de alguns produtos e tecnologias neste ano. Alguns deles estão listados abaixo:

  • Apple Watch de ouro: a ideia ridícula de vender um relógio com hardware exatamente igual ao modelo mais barato, mas em ouro e com preço de 10 mil dólares, não resistiu ao tempo e ao mundo real. Foi substituído por um de cerâmica, custando 10 vezes menos.
  • MacBook Air: aquele lindo laptop que foi retirado de um envelope pardo em seu lançamento e que criou toda uma categoria (a de ultrabooks) começou a sair de linha este ano. Primeiro foi a versão de 11 polegadas e em breve deverá ser a de 13″.
  • MagSafe: o prático conector magnético que evitava que o computador caísse no chão caso alguém tropeçasse no cabo, não está mais acompanhando nenhum novo modelo. Ele já tinha subido no telhado no ano passado, quando o MacBook veio apenas com uma entrada USB-C, e agora sumiu de vez nos novos modelos de laptop da maçã.
  • Maçã iluminada: quem tinha ainda esperança que um dia o iPhone pudesse vir com uma maçã traseira iluminada como os MacBooks, esqueça. Agora nem eles mais têm isso.
  • LED Cinema Display: a Apple parou este ano de oferecer em suas lojas seus próprios monitores, que ela já não fabricava desde 2013. De fato, eram caros e muita gente preferia optar por alternativas da concorrência.
  • iPhone 4S e iPad 2: como já foi dito acima, a partir deste ano os dois bravos sobreviventes deixaram de receber atualizações de software. Eles já tinham sido deixados de fabricar há algum tempo, mas continuavam “vivos” recebendo algumas novidades. O iPad 2 foi o tablet mais popular da Apple até hoje.
  • Modelos de 8 e 16GB: Este podemos gritar um belo *finalmente*. A partir deste ano, a Apple passou a não vender mais iPhones e iPads com menos de 32GB.

✦ A Apple e o Brasil

Pela primeira vez na história, um lançamento de iPhone no Brasil teve seu preço menor que o ano anterior. Claro que isso tem relação direta com a queda do dólar, mas mesmo assim é algo notável que merece registro, por não estarmos acostumados com este tipo de coisa.

Preço iPhone Brasil

Uma das maiores expectativas do ano não aconteceu: a chegada do Apple Pay ao Brasil. As negociações foram intensas durante o ano e a estrutura, dizem, já está toda pronta. Porém os bancos ainda não estão concordando com as porcentagens impostas pela maçã, o que estaria atrasando a implementação. Quem sabe em 2017?

De resto, a Apple deu atenção especial ao nosso país em alguns momentos do ano. Pela primeira vez, implementou por aqui a campanha Volta às Aulas, dando um fone Beats Solo2 para estudantes que adquirissem um Mac. Ela também inaugurou uma versão brasileira do seu canal do YouTube, com vídeos regionalizados na nossa língua. Em tempos de Olimpíadas, a Apple Store do Rio disponibilizou com exclusividade pulseiras comemorativas, e até o Apple SIM passou a funcionar no país.

Rio 2016 pulseiras

✦ O que esperar de 2017?

Bem, como sempre, esperamos sermos surpreendidos com ótimos produtos, coisa que nem sempre acontece. Comemoraremos os 10 anos do lançamento do primeiro iPhone e muito se fala que o aparelho poderá receber fortes mudanças de layout e de tecnologia. Claro que esta expectativa poderá se transformar em decepção caso a Apple apresente apenas um “7s” melhorado, por isso, não criemos muitas ilusões antes do tempo.

Espera-se também a chegada de um novo iPad Pro de 12,9 polegadas em março, com novas tecnologias incorporadas. Já circulam inclusive boatos de que um iOS 10.3 estaria sendo preparado especialmente para ele. Mas o que estamos torcendo mesmo é que a Apple consiga simplificar a sua linha de iPads, tornando-a mais simples para iniciantes e, acima de tudo, com preços menores (sim, eu sei, é um sonho ingênuo).

Seja como for, queremos ainda poder contar com todos vocês para nos acompanhar neste próximo ano de notícias sobre a maçã. Nos esforçaremos ainda mais para mantê-lo atualizado de tudo que acontece em Cupertino e com seus queridos iDevices, para que você possa sempre aproveitá-los o máximo que puder. Conte com a gente e tenha um feliz ano novo! 🙂

Conteúdo originalíssimo © Blog do iPhone

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iLex

Robô virtual que tem como missão organizar o site e ajudar leitores. De tempos em tempos ele desvirtua e tenta fazer outras coisas, mas nada que um hard reset não resolva.

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  • Saulo Rogério

    Post bem legal!

  • Henrique

    Discordo de que não houve mudança no design pra chamá-lo de 7. O aparelho teve mudanças significativas no desenho externo: as antenas reposicionadas, cameras conpletamnete diferente, headphone jack desapareceu, botão home não é mais botão. Acho que são mudanças extremametes relevantes. Não dá pra ficar esperando que a Apple reinvente a roda. Chega uma hora que não tem mais como ser mais fino ou mais sei lá o que. Apenas melhorar um design que está funcionando bem. Veja o pixel, que é uma cópia do iPhone. Agora realmente espero que a Apple pare de colocar número nos iPhones: espero que em setembro de 2017 saia o “new” iPhone. (Ponto). Assim como MacBooks….. se quiser identificar o modelo, associe com o ano de fabricacao. Não quero ter um iPhone 17 daqui a dez anos….. apenas um iPhone.

    • Henrique, entendo sua discordância e que bom que você a compartilhou conosco. Obrigado por isso. Mas só citando alguns exemplos para nos fazer pensar sobre o que você colocou como argumentos: o iPhone 4S também teve mudanças de linhas de antenas e recebeu mesmo assim a denominação S pois o design básico se manteve. O iPhone 5s também teve uma grande mudança no botão home, e mesmo assim recebeu a denominação S por manter o mesmo design básico do antecedente. Aliás, o mesmo 5s teve uma grande melhoria na câmera também em relação ao 5.

      O texto não quis dizer que não há evoluções importantes nos modelos S, aliás, sempre houve. Ele apenas analisa o padrão de nomenclatura usado pela Apple de Tim Cook. Quem acompanha o blog há mais tempo, sabe que eu era um dos que sempre fui contra este tipo de nomenclatura. Cheguei a perder uma aposta por isso. 😉

      Concordo com você que o ideal seria não ter números e letras no iPhone. 🙂

  • 9L

    Eu aposto num iPhone 8 para 2017.

    • 7S

      • 9L

        Bora fazer um bolão? Se for 8 vc banca o churras. Se for 7S eu banco o churras! Hahahaha

  • Felipe

    “revolucionários Air Pods” foi irônico, né?
    De resto, ótimo texto. Não sei se é impressão minha, mas eu sinto falta de quando lançavam novidades reais, e isso vale pro Android também. Tanto o iOS quanto o Android tem lançado atualizações que *deveriam* ser grandes pela mudança do nome (iOS 9 pro 10, Android 6 pro 7), mas o que acomtece são uns dois detalhes aqui, uma diferença imperceptivel no design ali, uma função nova que ninguém liga, e só. Eu lembro de atualizar o aparelho e ficar olhando o que mudou, hoje é só tipo “olha, atualizou, mudou o que? ah, nada. legal”

    • Felipe

      Será que as coisas tem um limite e nós estamos exagerando as expectativas?

  • Daniel

    Ótimo artigo! Apenas uma correção: Ainda existe um aparelho vendido com 16GB — o SE, disponível em modelos 16 e 64GB.

    • Verdade. Valeu pela correção, Daniel!

  • KB

    Vale lembrar que o 7 foi o primeiro iPhone com som “estéreo”… novidade até que bem vinda!
    MagSafe – uma grande sacada que não entendo a Apple ter aberto mão… enfim… seria legal se voltasse…

  • Alexandra

    Amei a foto do logo da Apple no retrovisor! Muito criativo!!! 🙂

  • Wendel Carvalho

    Gente! Sei que o assunto não tem nada a ver, mas alguém já ouviu falar sobre problemas com a recepção de sinal em iphone 7 plus preto tosco? Eu comprei um e do nada parou de pegar sinal da operadora. Pus o chip num 5s do meu primo e funcionou normalmente. Fui na Store, eles me deram outro e agora pega sinal mas a internet não. Já aconteceu com vocês?

    • Fabio Martins

      testa com outro chip. Se mesmo assim não funcionar redefine as configurações de rede e tenta novamente e se mesmo assim não der, restaura o iOS pelo iTunes