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Apple oficializa Angela Ahrendts como encarregada pela Apple Store

Angela Ahrendts

Conforme já era previsto, assumiu essa semana a nova responsável pelas operações e expansão das lojas da Apple, Angela Ahrendts. A ex-CEO da Burberry será a encarregada de fazer evoluir tanto as lojas físicas quanto a online.

O cargo de Senior Vice President of Retail and Online Stores estava vago desde outubro de 2012, quando John Browett saiu da empresa. Neste meio tempo, Tim Cook era quem acumulava o cargo, mas procurava alguém competente para a função.

Angela tem um currículo notável, sendo responsável por elevar a Burberry ao patamar das grandes marcas da moda. Desde que foi anunciada como futura vice-presidente da Apple, já foi matéria de várias revistas, inclusive da Revista iThing, que traçou seu perfil completo na edição de Março. Vale a pena conferir suas conquistas e feitos, que a transformam na pessoa ideal para fazer evoluir a Apple Store, inclusive com um vídeo legendado em português, em que ela conta o que fez nas lojas da Burberry.

Podemos esperar boas novidades nos próximos anos, inclusive mais interatividades tecnológicas entre loja e consumidor, como ela já fez na empresa anterior.

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iLex

Robô virtual que tem como missão organizar o site e ajudar leitores. De tempos em tempos ele desvirtua e tenta fazer outras coisas, mas nada que um hard reset não resolva.

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  • Jeff

    Isso é legal, mas e a SIRI em Portugues?
    Kkkk

    • Thiago Martins

      Acho, só acho, que ela não cuida do desenvolvimento da Siri.

      • William

        Acho, só acho, que foi uma ironia.

        • iJef

          Acho, só acho, que ele sabia disso, e aproveitou para “zoar” mais um pouquinho 😉

          • KGB07

            Acho, só acho, que ele não sabia.

            • Renato Faria

              Acho, só acho, que se ele não sabe nada… é inocente.

            • emerson aquino

              acho, só acho que somente acho, que vai lá no posto ipiranga…

  • Jeff

    Isso é legal, mas e a SIRI em Portugues?
    Kkkk

    • Thiago Martins

      Acho, só acho, que ela não cuida do desenvolvimento da Siri.

      • William

        Acho, só acho, que foi uma ironia.

        • iJef

          Acho, só acho, que ele sabia disso, e aproveitou para “zoar” mais um pouquinho 😉

          • KGB07

            Acho, só acho, que ele não sabia.

            • Renato Faria

              Acho, só acho, que se ele não sabe nada… é inocente.

  • Matéria muito boa sobre ela no iThing, sem dúvida uma profissional muito competente…

  • Patrick Fortes

    Burberry msm?

    • J3ff

      Ela estava na Moda e a Apple contratou ! hehehehe

      • Jean Carlos

        putz… que trocadilho hein? kkkk.

  • Matéria muito boa sobre ela na iThing, sem dúvida uma profissional muito competente…

  • Patrick Fortes

    Burberry msm?

    • J3ff

      Ela estava na Moda e a Apple contratou ! hehehehe

      • Jean Carlos

        putz… que trocadilho hein? kkkk.

  • Bruno Abreu

    Eu não fiquei confuso em saber porque a Apple contratou uma nova CEO, para direcionar os novos rumos do varejo da Apple. Angela Ahrendts transformou uma empresa britânica indigesta em uma potência global da moda,
    Inicialmente, eu pensei que ela estava indo para a Apple para se tornar uma espécie de degustadora. Mas se a Apple já é uma potência em um certo tipo de moda, então porque precisa dessa mulher?
    O novo público alvo da Apple são os “descolados” (hipsters), uma subcultura da geração Y, que têm um estilo de vida distinto e estilo de moda peculiar (ou uma aparente falta de estilo para os não iniciados). Embora os hipsters geralmente não possam pagar pelos produtos da antiga empresa dessa nova CEO (a Burberry), eles esforçam-se para ter um estilo. (Antes de ir mais longe neste texto, tire um momento para familiariza-se com o estilo hippie, fazendo uma pesquisa de imagens no Google sobre “estilo de moda hipster”). Esses marginais não podem pagar seus gostos altivos e reconhecem vários déficits com zombaria em tudo. É preciso entender ironia para entender a cultura hipster. Eles bebem Pabst Blue Ribbon, por exemplo, se eles não conseguirem colocar suas mãos em uma cerveja rara. Essas pessoas são um mercado consumidor alvo monstruosamente em ascensão, especialmente para produtos de boutique luxuosos e distintamente “cool” . Como uma subcultura, estão imunes dos discurso de vendas das grandes redes. A maioria dos hipsters — quase todos abaixo dos 30 — são arrogantemente orgulhoso dos seus gostos mais exigentes. Eles seguem as tendências definidas por alguns gênios que podem entrar em suas cabeças, e uma vez que eles sejam encantados a comprar alguma coisa, eles saem do controle. Não importa o preço, tudo é uma pechincha. E é assim que a Apple quer vê-los também. Ela quer que a maioria desses “descolados” não meça esforçamos para possui um iPhone e relutem em comprar qualquer outra coisa. Para flertar com a ameaça deste público volúvel, a Apple está empregando Ahrendts, que tem uma capacidade natural de apelar para o eternamente crescente público do iPhone e transformado-o no próximo caso amorosa dos hipsters. Ela vai começar com as lojas.
    E dado o fato da Microsoft parecer estar se comprometendo com a mesma teoria de design da Apple, agora pode ser uma boa hora para envergonhá-la tomando uma nova direção completamente diferente. Se os rumores estiverem corretos, há também smartwatches e televisores chegando às lojas da Apple. Estes novos itens precisam de um showcase, que de alguma maneira, torne-os mais confortáveis para os “descolados”. Espero ver as lojas da Apple com sua decoração “tech-chic” se desviar para uma estética mais artística moderna. Mas isto levará algum tempo para ser feito. A partir daí, Ahrendts vai atuar na iniciativa de computação “que se pode vestir”, que pode começar com o iWatch da Apple. Neste ponto, a Apple estará se tornando cada vez menos uma empresa de informática e cada vez mais uma empresa de estilo de vida. A Apple usará o mundo da moda para vestir seus devotos, tornando-se o tipo de culto que sempre quis ser.

    • Excelente comentário; aliás, mais que excelente. Houve uma estagnação nas vendas das lojas, a concorrência tem copiado sistematicamente a estrutura visual daqueles templos e a Angela vai inovar lá também. Posso publicar esse comentário em outro lugar?

      • Bruno Abreu

        Fique a vontade

    • Diego Azevedo

      Comentário muito bom, só uma pequena correção: Ela não vai ser CEO, esse é o Tim e ele ainda vai ficar um tempinho no cargo. Ela é “Senior Vice President of Retail and Online Stores”, como dito no testo.
      Sobre a Apple se tornar cada vez mais uma empresa de estilo de vida, essa é a campanha dela desde o “Think different”. Vamos ver como as coisas vão daqui para frente…

      • Alessandro

        Testo? Deve ser irmão do DJ Tiësto!

      • Bruno Abreu

        Ela é CEO sim, só que não é da Apple.
        A titularidade do ultimo cargo é a que conta.

    • Luiz Bonfim

      Pra entender um trabalho tão moderno
      É preciso ler o segundo caderno,
      Calcular o produto bruto interno,
      Multiplicar pelo valor das contas de água, luz e telefone,
      Rodopiando na fúria do ciclone,
      Reinvento o céu e o inferno

  • Bruno Abreu

    Eu não fiquei confuso em saber porque a Apple contratou uma nova CEO, para direcionar os novos rumos do varejo da Apple. Angela Ahrendts transformou uma empresa britânica indigesta em uma potência global da moda,
    Inicialmente, eu pensei que ela estava indo para a Apple para se tornar uma espécie de degustadora. Mas se a Apple já é uma potência em um certo tipo de moda, então porque precisa dessa mulher?
    O novo público alvo da Apple são os “descolados” (hipsters), uma subcultura da geração Y, que têm um estilo de vida distinto e estilo de moda peculiar (ou uma aparente falta de estilo para os não iniciados). Embora os hipsters geralmente não possam pagar pelos produtos da antiga empresa dessa nova CEO (a Burberry), eles esforçam-se para ter um estilo. (Antes de ir mais longe neste texto, tire um momento para familiariza-se com o estilo hippie, fazendo uma pesquisa de imagens no Google sobre “estilo de moda hipster”). Esses marginais não podem pagar seus gostos altivos e reconhecem vários déficits com zombaria em tudo. É preciso entender ironia para entender a cultura hipster. Eles bebem Pabst Blue Ribbon, por exemplo, se eles não conseguirem colocar suas mãos em uma cerveja rara. Essas pessoas são um mercado consumidor alvo monstruosamente em ascensão, especialmente para produtos de boutique luxuosos e distintamente “cool” . Como uma subcultura, estão imunes dos discurso de vendas das grandes redes. A maioria dos hipsters — quase todos abaixo dos 30 — são arrogantemente orgulhoso dos seus gostos mais exigentes. Eles seguem as tendências definidas por alguns gênios que podem entrar em suas cabeças, e uma vez que eles sejam encantados a comprar alguma coisa, eles saem do controle. Não importa o preço, tudo é uma pechincha. E é assim que a Apple quer vê-los também. Ela quer que a maioria desses “descolados” não meça esforçamos para possui um iPhone e relutem em comprar qualquer outra coisa. Para flertar com a ameaça deste público volúvel, a Apple está empregando Ahrendts, que tem uma capacidade natural de apelar para o eternamente crescente público do iPhone e transformado-o no próximo caso amorosa dos hipsters. Ela vai começar com as lojas.
    E dado o fato da Microsoft parecer estar se comprometendo com a mesma teoria de design da Apple, agora pode ser uma boa hora para envergonhá-la tomando uma nova direção completamente diferente. Se os rumores estiverem corretos, há também smartwatches e televisores chegando às lojas da Apple. Estes novos itens precisam de um showcase, que de alguma maneira, torne-os mais confortáveis para os “descolados”. Espero ver as lojas da Apple com sua decoração “tech-chic” se desviar para uma estética mais artística moderna. Mas isto levará algum tempo para ser feito. A partir daí, Ahrendts vai atuar na iniciativa de computação “que se pode vestir”, que pode começar com o iWatch da Apple. Neste ponto, a Apple estará se tornando cada vez menos uma empresa de informática e cada vez mais uma empresa de estilo de vida. A Apple usará o mundo da moda para vestir seus devotos, tornando-se o tipo de culto que sempre quis ser.

    • Excelente comentário; aliás, mais que excelente. Houve uma estagnação nas vendas das lojas, a concorrência tem copiado sistematicamente a estrutura visual daqueles templos e a Angela vai inovar lá também. Posso publicar esse comentário em outro lugar?

      • Bruno Abreu

        Fique a vontade

    • Diego Azevedo

      Comentário muito bom, só uma pequena correção: Ela não vai ser CEO, esse é o Tim e ele ainda vai ficar um tempinho no cargo. Ela é “Senior Vice President of Retail and Online Stores”, como dito no texto.
      Sobre a Apple se tornar cada vez mais uma empresa de estilo de vida, essa é a campanha dela desde o “Think different”. Vamos ver como as coisas vão daqui para frente…

      • Bruno Abreu

        Ela é CEO sim, só que não é da Apple.
        A titularidade do ultimo cargo é a que conta.
        Quando eu disse que a Apple contratou uma nova CEO, não é porque ela vai substituir o Tim

    • Luiz Bonfim

      Pra entender um trabalho tão moderno
      É preciso ler o segundo caderno,
      Calcular o produto bruto interno,
      Multiplicar pelo valor das contas de água, luz e telefone,
      Rodopiando na fúria do ciclone,
      Reinvento o céu e o inferno

    • Renato Faria

      Eu discordo de vc quando vc diz que a Apple procura um certo público alvo, a Apple quer vender para todos e em qualquer lugar, nós muitas vezes tomamos por base o conceito de status que o iPhone tem aqui no Brasil, lá fora é bem diferente, qualquer pessoa pode ter um iPhone, e a opção nada tem a ver com status ou subcultura ou se é cool ou se não é. Tanto que ela até desenvolveu o iPhone 5C, para aumentar ainda mais o leque de opções em termos de modelo para os consumidores, ou seja ela quer é vender, vender e vender. A escolha é baseada no simples gosto, uns preferem Android, outros iOS e outros Windows Phone. Passeando por grandes cidades como Paris, Londres, NYC é fácil ver que o iPhone é utilizados por pessoas de todas as classes, não há um nicho como aqui, mesmo porque a venda se dá principalmente na contratação de planos das operadoras de telefonia e o aparelho sai bem mais barato do que o preço do “off-contract” vendido pela Apple. Acredito que a contratação da Angela foi determinada sim pelo seu trabalho realizado na Burberry visando uma mudança, mesmo que sutil, no estilo das lojas Apple. É uma executiva nova na empresa, trás ideias novas e vai oxigenar a área que cuida das lojas, isso faz bem para qualquer empresa.

      • Bruno Abreu

        Você está completamente enganado Roberto Faria.

        • Renato Faria

          Respeito sua opinião Bruno, mas meu argumento está baseado nos números em vendas alcançados pela Apple ano após ano, sucesso em lançamento de produtos novos, foi reconhecida como a empresa e marca mais valiosa do mundo, é uma empresa de alcance global, porque estaria preocupada com um nicho e não com o todo? Suas campanhas de marketing demonstram isso, quando mostra o alcance do sistema iOS e sua utilidade em diversas partes do mundo, em diferentes comunidades e culturas. A Apple quer atingir a todos, sem exceção. E o seu argumento? Está baseado em que? Ah e vc está enganado… em relação ao meu nome…

          • Bruno Abreu

            Nesse argumento me parece que vc está utilizando dados e estatísticas para fazer com que eles se encaixem perfeitamente com o seu ponto de vista.
            Talvez você acredite que, ao comprar um produto da Apple, de alguma forma, isso diminua a individualidade do comprador.
            A Apple sempre trabalhou com a idéia de que ao comprar um produto dela, isso da a consumidor a noção de estar fazendo um ato heróico pela individualidade e liberdade. Afinal de contas o iPhone é apenas o segundo smartphone mais popular do mundo, atrás dos aparelhos com Android.
            Mas na verdade, a escolha de um produto não diz nada sobre a individualidade de ninguém. Porque um indivíduo de verdade(e isso é bem difícil de ser) não liga para o que a massa faz, ele faz apenas o que é correto para ele. Algumas vezes isso significa seguir por um caminho único, mas, na maior parte das vezes o que o rebanho faz também está ok.
            A Apple assim como a figura pública de Steve Jobs e os produtos que foram criados, são muito mais interessantes por fornecerem uma alegoria para a leitura da religião na era da informação do que apenas uma lojinha de espelhos caros como sua opinião sugere.
            A iconografia da empresa, as propagandas, são expressões visuais do casamento criativo da ciência espiritual e da tecnologia moderna.
            Se vc reparar, todos os anúncios da Apple são como parábolas…
            São anúncios que proporcionam provérbios para se solucionar algumas complexidades por meio da tecnologia. A Apple instrui o consumidor sobre como ele deve viver a “boa vida” na era da tecnologia. E isso não tem nada haver com números de vendas e marketing e valore de mercado.
            No mito de narciso, um jovem é cativado por seu reflexo em uma poça de água. Mas narciso não estava admirando a si mesmo, ele confundiu o seu reflexo na água com outra pessoa. Na era tecnológica esse mito se da pelo fato de que “os homens tornam-se fascinados por uma extinção de si mesmos em qualquer material que não seja a sim mesmo”. É por isso eu há essa espécie de culto em relação os produtos da Apple, e todos nós sabemos que é só na religioso que possuímos essa relação intima, única e pessoal com alguma coisa. É só na religião que nós experimentamos essa sensação de estar fora do rebanho. Ou pelo mania com as ovelhas certas, no lugar certo, na hora certa.
            Eu não me baseio em dados e estatísticas para formalizar minhas opiniões, o viés da expectativa pode fazer com que eu queira adequar minhas colocações afim de satisfazer os dados. O que eu faço é apresentar minhas colocações e verificar se elas condizem com os dados.
            Eu só troquei o seu primeiro nome porque vc me parece ter cara de Roberto.

            • Renato Faria

              Aqui vai um conselho: preocupe-se menos com a forma e mais com o conteúdo. Seus textos são longos e superficiais, não são baseados em nada além de puro achismo, como vc mesmo afirmou no final, e vc faz uma leitura totalmente errada sobre o posicionamento de marketing da Apple e do mercado, deveria estudar um pouco mais sobre isso, vc está sendo superficial novamente. Agora em relação ao meu nome, dá pra perceber que vc é o tipo de pessoa que não muda de opinião e na sua vida nunca vai reconhecer que está errado. Então, não há mais o que ser dito, termino com vc por aqui.

            • Bruno Rafael Vicente

              Procure ler o livro “Você não é tão esperto quanto pensa”, do jornalista David McRaney (Editora Leya). 🙂

            • Bruno Abreu

              Se vc continuar lendo esses livros, vc não vai sair das aspas!

            • Bruno Rafael Vicente

              Prefiro não discutir com quem não aceita opiniões e pontos de vista, pessoas assim pra mim nunca vão evoluir.

            • iBruno

              “Eu só troquei o seu primeiro nome porque vc me parece ter cara de Roberto.” – HAHAHAHHAA Que palhaço que você é. Mesmo errando ainda justifica seus erros da forma mais escabrosa possível. E ainda quer que te dê créditos por seus argumentos. Tsc, tsc! Só mostra que nem vale mesmo a pena lê-los, haja vista serem tão vazios quanto o dono. Argumenta com uma mesa, alea talvez te ouça com carinho e aja do jeito que você quer: calada, em vista de tanta baboseira. Você é uma piada, rapaz!

            • iBruno

              *ela talvez

  • Rafael Cavalcante

    Jennifer Aniston na apple :3

  • Rafael Cavalcante

    Jennifer Aniston na apple :3

  • Patrick Dill

    Cadê o vídeo legendado que eu não achei?

    • Fernando Bravo

      Está na revista iThing de março, conforme diz o texto. A propósito, achei o vídeo bem interessante… A Angela parece ter feito um trabalho surpreendente na Burberry.

  • Patrick Dill

    Cadê o vídeo legendado que eu não achei?

    • Fernando Bravo

      Está na revista iThing de março, conforme diz o texto. A propósito, achei o vídeo bem interessante… A Angela parece ter feito um trabalho surpreendente na Burberry.

  • Bruno Abreu

    Você está completamente enganado Roberto Faria.

    • Renato Faria

      Respeito sua opinião Bruno, mas meu argumento está baseado nos números em vendas alcançados pela Apple ano após ano, sucesso em lançamento de produtos novos, foi reconhecida como a empresa e marca mais valiosa do mundo, é uma empresa de alcance global, porque estaria preocupada com um nicho e não com o todo? Suas campanhas de marketing demonstram isso, quando mostra o alcance do sistema iOS e sua utilidade em diversas partes do mundo, em diferentes comunidades e culturas. A Apple quer atingir a todos, sem exceção. E o seu argumento? Está baseado em que? Ah e vc está enganado… em relação ao meu nome…

  • Renato Faria

    Aqui vai um conselho: preocupe-se menos com a forma e mais com o conteúdo. Seus textos são longos e superficiais, não são baseados em nada além de puro achismo, como vc mesmo afirmou no final, e vc faz uma leitura totalmente errada sobre o posicionamento de marketing da Apple e do mercado, deveria estudar um pouco mais sobre isso, vc está sendo superficial novamente. Agora em relação ao meu nome, dá pra perceber que vc é o tipo de pessoa que não muda de opinião e na sua vida nunca vai reconhecer que está errado. Então, não há mais o que ser dito, termino com vc por aqui.

  • Bruno Rafael Vicente

    Procure ler o livro “Você não é tão esperto quanto pensa”, do jornalista David McRaney (Editora Leya). 🙂

    • Bruno Abreu

      Se vc continuar lendo esses livros, vc não vai sair das aspas!

      • Bruno Rafael Vicente

        Prefiro não discutir com quem não aceita opiniões e pontos de vista, pessoas assim pra mim nunca vão evoluir.