Notícias

Relógios inteligentes não viraram ainda um sucesso comercial

Este ano, aguardamos com muita expectativa a entrada da Apple no mercado de smartwatches, os tais relógios inteligentes que interagem com o telefone. Será que há público para este tipo de dispositivo? Estes relógios se tornarão algo realmente útil para o usuário comum ou ficarão restritos aos geeks amantes de tecnologia? Estas são respostas que todos desejamos que sejam respondidas com a entrada em cena do Apple Watch, em abril.

Enquanto isso, dá para analisar as vendas do que já existe no mercado. Números divulgados esta semana revelam que foram vendidos cerca de 720 mil unidades de dispositivos com o Android Wear no ano de 2014.

Se fôssemos comparar com vendas de iPhone, esse número seria irrisório frente aos 74 milhões vendidos só no trimestre passado. Mas por ser um mercado novo, não dá para fazer este tipo de comparação. Smartwatch não é celular e acredita-se que, pelo menos no início, sua adoção será bem pequena.

Diferentemente do Apple Watch, os aparelhos que embarcam o Android Wear são de diversas marcas, como Motorola, Sony e LG. Por, isso, o número total de 720 mil é ainda menor, se formos dividí-lo por fabricante. Destes, o Moto 360 (o qual testamos na edição de janeiro da Revista iThing) foi o que mais vendeu, seguido do LG G Watch R, também redondo. Os relógios da Samsung (que lançou 6 modelos diferentes em apenas 14 meses), foram um completo fiasco de vendas.

Há de se considerar que o Moto 360 e o LG G Watch R só chegaram ao mercado no segundo semestre do ano, portanto o número divulgado na verdade equivale ao período de 5-6 meses.

O Pebble, em um ano, vendeu sozinho cerca de 500 mil unidades. Ele é um dos pioneiros neste mercado, optando por uma tela monocromática bem mais simples e com menos resolução. O material e-ink permite que a autonomia da bateria chegue a 6 dias sem precisar recarregar. Além disso, seus criadores já prometeram boas novidades para 2015, seguindo por um caminho diferente dos grandes concorrentes.

Se incluirmos nestes números as vendas de pulseiras inteligentes (smartbands), aí a comparação fica mais clara. Em 2014 foram 4,6 milhões de dispositivos vestíveis, entre smartbands e smartwatches. Ou seja, o consumidor ainda está preferindo muito mais as pulseiras simples do que os relógios cuja bateria dura apenas 1 dia.

Agora resta esperar para ver qual o impacto que o Apple Watch terá neste mercado. Todos o aguardam esperando que ele defina um parâmetro de referência que nos faça entender se 720 mil unidades é muito ou pouco para um período de 5 meses.

Tags
Mostrar mais

iLex

Robô virtual que tem como missão organizar o site e ajudar leitores. De tempos em tempos ele desvirtua e tenta fazer outras coisas, mas nada que um hard reset não resolva.

Artigos Relacionados

  • Elton Fabricio

    Alguém sabe quantos iPads foram vendidos no ano do lançamento? E do iPhone em 2007?
    Só por curiosidade…

    • Pensei nisto também, principalmente o ipad para ter uma referência de comparação em produtos novos que não existiam.

      • Cassio Delmanto

        eu acho que o iPad é uma boa comparação também… porque apesar de vender milhões de unidades, ainda não é uma coisa que TODO mundo tem, ou sequer quer ter… quanta gente não fala ‘mas faço tudo isso no notebook’… hahaha… acho que o Apple Watch vai ser bem nessa onda… alguns poucos vão comprar, muitos não vão ter coragem de pagar o preço, e muitos outros não vão dar a mínima… vai ser tipo aquela coisa de quem ‘curte tecnologia’… hahahaha…

        • Exatamente ! Também acho:

          A) Tablet era visto como um ridículo iphone gigante. Algo que ninguém tinha e não via necessidade de ter.

          B) Relógio é visto como algo só para ver as horas. Um relógio inteligente ninguém tinha e não via necessidade de ter.

          A = B 🙂

          O ipad se tornou um sucesso. Será que o Apple Watch será ?? 🙂 Pelo menos a concorrência não teve o mesmo desempenho, por isso gostaria de saber os números do iPad para comparação, já que A é igual a B 🙂

    • Jefferson Soares

      Não tem como comparar, pois o iPhone foi um produto que revolucionou os smartphones na época e o iPad praticamente criou uma nova categoria.

      No meu ponto de vista o relógio da Apple já nasce atrasado e por isso deveria revolucionar esta categoria.

      • Thiago Sousa

        Tem como comparar sim. Na época do lançamento do iPhone já existiam outros smartphones, só não havia interesse do grande público. Com o iPad foi a mesma coisa. A grande maioria das pessoas sequer sabia que existiam tablets. Hoje também é assim com smartwatches. Quem não é amante de tecnologia nem sabe que esse tipo de device existe. Resta-nos esperar se a Apple fará sua mágica novamente.

        • Jefferson Soares

          Diferente do iPhone e do iPad, o Apple Watch não revolucionou a categoria. Será apenas mais um smartwatch, só que da Apple.

          • Elton Fabricio

            Veremos, meu caro… veremos. 😉

          • Thiago Sousa

            Vc não acha que é muito cedo pra tirar essa conclusão? O produto nem foi lançado no mercado ainda! O iPad tbm não foi bem recebido quando lançado. Steve Jobs ficou até meio deprimido com isso na época.

            • Jefferson Soares

              Thiago, você não entendeu o que eu disse.
              O iPad revolucionou porque não existia nenhum tablet parecido com ele na época, já o Apple Watch nasce em meio a outros semelhantes

              Eu não disse que o relógio da Apple não fará sucesso, mas que ele não revolucionou esta categoria.

            • Thiago Sousa

              Mas a Apple sempre fez isso. Quando o iPod foi lançado já existiam centenas de outros modelos de MP3 players, só que não haviam emplacado ainda. O mesmo aconteceu com o iPhone, já existiam vários smartphones no mercado, inclusive com difusão no mercado corporativo onde a BlackBerry dominava. Os dois chegaram num mercado que já existia e foram uma revolução. Hoje o mercado de smartwatches é mais invisível para a grande massa do que esses outros dois eram pra época. Não estou afirmando que o Apple Watch irá seguir a tradição e revolucionar o mercado, mas que ainda é muito cedo concluir que será só mais um. O iPad mesmo só emplacou de verdade com a segunda geração. Pode ser que aconteça o mesmo com o Apple Watch, ou pode ser um fracasso como o Newton foi, vai saber. Só o tempo dirá.

            • Jefferson Soares

              Há uma diferença entre revolucionar o mercado e de ser um sucesso de vendas.

              Caso não seja apresentado um ” one more thing ” no lançamento, o Apple Watch será apenas o smartwatch da Apple.

            • Thiago Sousa

              Tudo bem Steve Ballmer, vamos ver…

        • Elton Fabricio

          Concordo com você Thiago.
          Nós somos tão antenados em tecnologia que as vezes esquecemos que nem todo mundo é assim.
          Por exemplo, tenho uma Fitibit há uns 3 meses e até hoje ninguém NUNCA chegou em mim e disse: “Legal sua pulseira inteligente!”. Pelo contrário, sempre ouvi: “O que é isso no seu punho?”.
          A mesma coisa acontece com smartwatch… nós (geeks) estamos por dentro do assunto, mas tem muita, mas muita gente mesmo que nem sabe que isso existe.

    • 6 milhões de iPhones até o lançamento do iPhone 3G e 15 milhões de iPads até o lançamento do iPad 2. Só dar uma olhada nas keynotes pra ver todos os números. 😉

      • Elton Fabricio

        Show Filipe!!! Mandou bem!
        Agora sim temos bons números pra comparar.
        Na minha opinião, se o Apple Watch vender:

        * Menos que 1 milhão: Fiasco total
        * Entre 1 e 5 milhões: Praticamente duplica a venda do mercado atual, mas fica abaixo do primeiro iPhone, logo, não será visto como “O relógio que revolucionou o mercado”.
        ( Entre 5 e 15 milhões: Supera o primeiro iPhone, mas fica abaixo do primeiro iPad. Bom lançamento e otimismo total para a 2ª versão do Watch.
        * Acima de 15 milhões: Sucesso absoluto.

        • Eu acho que vai ficar na casa entre os 1 e 5 milhões. Muita gente vai esperar a segunda geração por conta de bateria e coisas do tipo, aí sim eu acho que vai vender bem. Por enquanto, acho que só os curiosos mesmo (eu sou um desses hahaha).

  • Até então a Apple saiu nas frente nas principais referências de devices no mercado, no que se refere a iPad e iPhone que mudaram o rumo das coisas no mundo.

    Hoje com os relógios, o povo gosta de destacar que a Apple chegou atrasada, que não é mais a mesma, não sai na frente. É uma situação interessante. A Apple esta chegando depois de todo mundo, meses (e natal) depois que todo mundo já entrou e se estabilizou neste mercado. Vai ser legal ver como ela se sairá na situação oposta.

    Quanto ao PEBBLE. É ainda a melhor linha, só troco ele por um iWatch da Apple mais pra frente. Não consigo ver nada melhor que os benefícios e diferenciais do PEBBLE e sua bela tela e-link.

    Como usuário de PEBBLE digo que o normal é 7 dias corridos. Carrega-se a bateria num domingo e recarrega-se só no outro domingo no meu perfil de uso. Algumas vezes chega a 8 dias sem carregar. Abordaria ele tranquilamente como um device de 7 dias de bateria e não 6.

    • Aniello Greco

      Na verdade é bem o contrário.

      Na época de lançamento do iPhone, o mercado de celulares já estava mais que estabelecido, e a anos já haviam vários smartphones. Em especial os blackberrys, mas também tinham os celulares com windows mobile (eu mesmo tinha um HTC Qtek). Assim a Apple entrou atrasada em um mercado já muito competitivo e fechado.

      O iPhone não nem o primeiro celular, nem o primeiro smartphone. Mas alterou completamente o conceito que havia de smartphone. Antes eram aparelhos com teclados físicos e telas que, quando eram touch (não todas), eram touchscreen por pressão, para serem usadas com canetas stylus. A tela multitouch feita para se usar os dedos, o iOS, etc, reinventaram o smartphone.

      O mesmo vale para o iPad. Já existiam diversos tablets, muito antes do iPad. Mas todos eles eram notebooks com tela touch e sem teclado (ou com teclado conversível, que podia ser girado e encaixar atrás da tela). Não tinham um sistema voltado para ser usado com dedos, e sim criados para usar teclado e mouse, com umas gambiarras para os dedos.

      Até mesmo nos iPods a Apple entrou atrasada. Já exisitiam vários mp3 players antes do primeiro iPod. Mas eram difíceis de usar, com interface ruim, e ligados a pirataria de música, pois você tinha que já ter em mãos o arquivo mp3 em seu micro. O iPod foi o que foi por causa da iTunes Store e do wheel.

      Fora os computadores, a Apple tem tradição de entrar em um mercado já existente, e alterar completamente o paradigma deste mercado. O Apple Watch fará isto? Tenho sérias dúvidas. Mas eles tentaram o mesmo caminho do iPhone, iPad e iPod: aprender com os erros dos concorrentes e lançar algo com uma experiência de uso diferenciada (no caso o OS e o digital crown).

      • Correto e Errado ! hahahah Diferente formas de ver a mesma história 🙂

        Boa discussão 🙂

        1) Correto sobre o iPhone, teu ponto de vista é perfeito. Mas meu ponto de vista foi de reinventar, a revolução foi tão grande que aquele telefone pareceu ter vindo do futuro ou de outro planeta (fanboy na veia agora). Ela foi a primeira empresa a lançar aquela abordagem.

        2) Errado sobre o iPad. Acho que forçasse um pouco a barra. Não existia tablets. Desde os anos 90 se tentava daqui e da li, era um equipamento já conhecido. Mas nunca existiu de fato comercialmente no mercado. Naquele momento em 2009/2010 ninguém usava.

        3) Certíssimo do iPod. Já existiam vários outros anos luz na frente. O Archos pra mim era matador. O melhor de todos.

        4) Computadores !?!? Algo passível de ser chamado de computador pessoal antes do Apple I e II !?!?! Algo passível de chamar de interface gráfica antes do Macintosh ?? Acho que MSX, Amiga, Spectrum, IBM PC, Atari ST, tudo veio na cola do Apple II e Macintosh.

        Pensamos igual, com alguns pontos de vistas diferentes 🙂

        • Aniello Greco

          Sim, eu concordo que os computadores é o exato oposto. A Apple sempre foi pioneira em computadores pessoais. Por isto disse que fora os computadores, a história é dela chegar depois mas ganhar a festa.

          Quanto ao iPad e os tablets anteriores, o mesmo argumento pode ser usado com os smartwatches atuais. Já existiam tablets? Sim, mas eram produtos de nicho que nunca tinham criado um mercado próprio de impacto.

          Hoje existem smartwatches? Sim. Mas com baixíssima abrangência, de modo muito similar aos tablets de antigamente.

          O que temos hoje são alguns gadgets para geeks e um mercado menor para as bands.

          Eu acho que o Apple Watch não vai ser revolucionário, estou meio “meh” com ele. Mas eu (e muitos outros, até especialistas) achei isto do iPad no lançamento.

        • Aniello Greco
          • Exatamente, é sempre este que lembro quando fala-se que existia tablet antes do iPad 🙂

            O negócio deve ter vendido 10 unidades 😀

            Simplesmente era um Windows XP em uma tela, com a mecânica do mouse, o uso pensado para mouse, apesar de usar uma caneta para tocar na tela… Muito tosco, como o Bill Gates tinha uma mentalidade tão limitada de entrar numa barca furada dessas….

        • frederico

          Existia o da Amazon. Quando comprei o IPad comprei para ler principalmente. Applewatch, vou comprar três para mim e minha família.

      • Guest

        Comentário de quem realmente acompanha a Apple. 😉

      • Eduardo

        Aposto que o Apple Watch vai revolucionar o mercado. A chegada dele vai impulsionar todos os demais, ajudando até a concorrência. Depois do primeiro ano então, será bem mais comum observarmos as pessoas utilizando um. Nem mesmo nós que amamos a Apple sabemos o poder de influência que essa empresa tem.

    • major505

      Tenho muita vontade de comprar um Peable. Mais pro fim do ano quem sabe.

      Dura quanto tempo a bateria?

      • Fala Major, quanto tempo ! 😀

        A bateria dura no mínimo 7 dias e chega muitas vezes a 8. Ele é muito bom com IOS e Android, a loja de app dele é bem grande. Acho matador.

  • Cassio Delmanto

    acho realmente legal o conceito por trás dos smartwatches, mas sinceramente não me parece uma tecnologia que vai ‘pegar’… vai ser interessante, quem tiver vai tirar onda e tal, mas no dia a dia acho que ainda não surgiu nenhuma função que realmente mude a vida das pessoas e as faça comprar um… principalmente os da Apple, que vão custar uma pequena fortuna e eventualmente talvez virar alvo de bandidos…

    • É sutil a utilidade dele, principalmente no trabalho no dia a dia, é bem legal usar um.

    • Edwardz Daniel

      Todo lançamento e a mesma coisa…
      Como é aquela frase mesmo?! “Eles não sabem o que querem até mostrarem a eles” …

      iPhone, iPad, ngm nunca via ultilidade nenhuma, era só um objeto caro para tirar onda…

      • Cassio Delmanto

        hahaha… bem isso… mas eu acho que o no caso do iPhone e do iPad, eles ‘vivem’ por conta própria… e estão ali para funções muito específicas… acessar a internet, ligações, mensagens, joguinhos, música, etc… o Apple Watch já precisa obrigatoriamente de um iPhone para funcionar… e tudo que ele faz, pelo menos até o que foi anunciado agora, é basicamente um espelhamento do próprio iPhone, tipo para ‘você não precisar tirar ele do bolso’… hahaha… então por ser, até o momento, um mero complemento do iPhone, quase um acessório, não acho que vai virar febre tão cedo… posso estar totalmente errado… nunca se sabe…

  • Zephon

    Os smartphones e tablets fizeram sucesso porque trazem para dispositivos portáteis funções que antes eram restritas aos computadores. Esses relógios querem trazer pro pulso as funções de um aparelho que já está no bolso. É como querer colocar rádio num aparelho de TV

    • Willians Bernardo

      Gostei do rádio na TV….kkkkkkkkk. Pra mim uma nova Apple TV cairia bem do que um relógio

    • Ainda vais morder a língua ! heheheh. Daqui um tempo vais dizer: como eu podia pensar daquela forma, não consigo viver sem esse negócio 🙂

      Não é bem assim, ele é uma extensão do que esta no bolso, não faz a mesma coisa. Só a Samsung tentou fazer a mesma coisa no pulso e criou uns monstrinhos inúteis até com câmera. O Apple Watch não funciona completo sem o iPhone, não substitui o telefone, e a facilidade de ter esta extensão no pulso é SUTIL mas faz toda a diferença.

    • Anderson Camões

      Taí. Sempre quiz um rádio na tv e uma qualidade de som que dispensasse outros aparelhos como home theatre.
      O dia em que fizerem isto, ao invés de ficar focando em resoluções 1000k, acho que troco a minha tv.

  • Danilo Cesar

    O que dificulta muito nesses relógios é a dependência de um Smartphone do mesmo fabricante..O Moto 360 por exemplo..sem um Android para parear por Bluetooth ele só te mostrará as horas..

  • Lucas Ruas

    Vou acompanhar o Apple Watch na platéia.
    Enquanto isso prefiro ser smart com o iPod Nano 6th Gen, Pebble e um CASIO G-Shock. :]

  • SMART WATCH É BOM ???

    HISTÓRIAS DE SMARTWATCH:

    Estava eu em uma reunião lá no início de 2013… um mês de PEBBLE no pulso, mal o público tinha ouvido falar destes devices, comprei direto do Kickstart.

    Eu de um lado da sala, meu chefe do outro lado. Várias pessoas falando numa mesa de reunião.

    Ele lembra-se de me avisar sobre algo que NÃO PODIA SER FALADO PARA AQUELAS PESSOAS. Precisava mudar o combinado que era para ser falado.

    Não podia atravessar a sala e falar comigo. Então me mandou um SMS e ficou me olhando….

    Eu estava de braço cruzado e o telefone no bolso. O relógio vibrou. Olhei sutilmente para o pulso e li o aviso…..

    Logo chegou minha vez de falar. Ele olhava pra mim desesperado pois eu não havia lido a mensagem no celular. Falei omitindo o que ele havia avisado. Quase matei ele do coração 🙂

    No final ele queria saber a todo custo como eu sabia da informação ! 😀 😀

    Só um relógio inteligente meu amigo ! 😀

    • Gerinho Faustino

      Adorei a história kkkk… Perfeito man.

    • BS

      Hahahah !!! Muito boa !! Me coloquei nesta situação !!! Só me falta o Peblle agora !!! A propósito, ninguém está indo para os EUS e possa trazer um pra mim não !!! rsrs

      • Essas situações em reuniões é um espetáculo, quebra muito o galho!

    • Elton Fabricio

      Depois dessa história até entrei no site pra ver quanto custa um. Hahahhahaha!

  • Pois é vou para Las Vegas em Maio, minha esperança é que antes disso o iLex lance o review aqui com a análise se é uma boa ou não comprar o relógio da Apple. Ansioso pelo review..hehehe.

    • Cara, tu vai estar na Apple Store do Fashion Mall, tua mulher vai estar distraia vendo os desfiles e tu vai comprar um. O preço, a loja, o relógio na mão. Não tem escapatória 😀

      • Hehehehe então é melhor separar mais usd300 pra brincadeira..hehehe

  • Joao Paulo

    Eu sinceramente ainda não me vejo tentado a comprar um. Querendo ou não são eletrônicos que quando ficam obsoletos, o uso é complicado, diferente de relógios que podem durar décadas.

    Somam-se também as limitações técnicas de alguns, como bateria, necessidade de ter o smartphone por perto, não-resistência a água… enfim. Por enquanto não penso em aderir à moda.

  • Pedro Ivo De Almeida Tarso

    Só uma correção no texto: “Estas são respostas que todos desejamos que sejam respondida.” não seria “perguntas”?

  • Rafael Tavares

    Eu tenho um Pebble e estou gostando. Utilizo mais para ver as mensagens (SMS, Whatsapp, etc) e pra ver as horas mesmo! :p

  • Fabio Correa

    Acho que não há dúvidas de que o Apple Watch venderá logo no lançamento mais de 1 milhão de unidades.
    A Apple foi inteligente num ponto importantíssimo. Se preocupou em deixar os desenvolvedores criarem vários aplicativos, antes de lançar um produto que seria de pouca utilidade para o público.
    Com certeza, após o Apple Watch com seus diversos aplicativos, as pessoas terão mais interesse por esses dispositivos.
    Essa receita funcionou muito bem para os iPhones e iPads.
    O sistema fluido do Apple Watch também ajudará muito na experiência dos usuários.

  • não foi sucesso pq não foi a Apple quem lançou. agora com o Apple Watch, vai vender igual água no deserto, e não importa o valor, vide os preços dos iPhones 6 e 6+.

  • Luiz Fernando Ferreira

    Eu realmente não vou comprar um, ficar 100% conectado pra mim não é uma coisa boa, às vezes temos que esquecer um pouquinho esse mundo

  • Rob Simões 

    Os smartwatches atuais não fazem sucesso simplesmente porque eles são muito ruins, com péssima usabilidade e sem nenhum estilo. Os relógios com Android Wear não passam de mini smartphones de pulso. Até a forma de interagir com eles é a mesma.

    Mas o Apple Watch vai mudar isso tudo, da mesma maneira como o Macintosh, o iPod, o iPhone e o iPad mudaram. Afinal já existiam computadores, tocadores portáteis de música, smartphones e tablets antes da Apple entrar nesses mercados, mas ela fez da forma diferente do que faziam antes.

    Aos que dizem que o Apple Watch é igual aos produtos da concorrência, saibam que estão muito enganados. O Apple Watch possui estilo, ou melhor, estilos, para todos os bolsos, gostos e idades. Possui uma forma de interação totalmente diferente, através de toques, de pressão e da coroa digital, ao contrário dos concorrentes que entregam um produto que você manuseia como se fosse um smartphone. Possui também qualidade de construção, feito com materiais de primeira linha como Ouro, Aço, Safira, alumínio, etc.

    E ele tem outra característica, precisa de um iPhone para funcionar, o mesmo iPhone que é o smartphone mais vendido do mundo, líder em mercados como o americano e o japonês, que só nos três últimos meses vendeu 74 milhões de unidades. Imaginem se apenas 1% desses 74 milhões de compradores de iPhones resolverem comprar um Apple Watch? Seriam 740 mil, mais do que os smartwatches com Android Wear venderam durante um ano, e eu estou falando só dos compradores do último trimestre. Lembremos que o Apple Watch funcionará com no mínimo um iPhone 5.

    Não se enganem, o Apple Watch marcará o início de fato do mercado de smartwatches, venderá horrores, restando à concorrência somente choro e ranger de dentes.

  • Johan Paulik

    Só espero que os Apple Watches não tenham o mesmo futuro deste aqui. rs.

  • Heiki

    Tavez seja só eu, mas achei o Apple Watch feio e com pouca utilidade. Sem contar que usar ele em público seria a mesma coisa que escrever na sua testa que você tem um iPhone.

    Bom, eu pelo menos evito usar meu iPhone em certos lugares por causa do risco de assalto.

  • Rodrigo Vieira

    Que nada, já tomei minha decisão: Acitivité Pop e depois Activité.

  • É claro que se o Google tivesse sido mais esperto e lançado o Android Wear pra iOS, o Moto 360, por exemplo, teria vendido muito mais!!!

  • Alexandre

    Na minha opiniao, somente vai ser possivel mensurar o sucesso dos relogios inteligentes quando houver oferta no mercado brasileiro. Estou desde Dezembro tentando comprar uma Nabu (da Razer) por exemplo e esta esgotado no site da empresa desde o lancamento… Outra que nao consigo encontrar e a Talkbrand B1 (da Huawei), que so encontrei na argentina associada ao Modelo Y600, da mesma marca, que so e vendido pela operadora Personal e ainda e bloqueado.

    • Alexandre

      Sem contar que os modelos da Samsung e da LG nao sao compativeis com outras fabricantes…

  • major505

    Fala filhote. To sempre por aqui. Como sigo teus comentários to sempre rondando rsrs.

    To louco para pegar um, ainda mais agora que perdi 2 relógios na mudança de volta para minha cidade natal.

    De todos smartwatchses
    es que vi o que mais me impressionou foi o Peable, ainda mais por usar E-ink que gasta pouco. Amigo meu tá com um Samsung Wear e reclama de ter que carregar a cada 2 dias.

  • Thiago Liberati

    Eu tenho um pebble a mais de um ano e adoro. A bateria dura 5-6 dias e mesmo sendo um dos precursores, acho o pebble muito eficiente! Só sinto falta da falta de comunicação inversa relógio-iphone. Mas ta de ótimo tamanho. Acho q o apple Watch será um sucesso.

  • Bruno Melo

    Pelo preço cobrado, acho que vai demorar um pouco pra ser sucesso..

  • André Luiz

    Comprei o Moto 360 e estou gostando muito dele. Temos que ter em mente que os smartwatches, são simplesmente relógios com algo a mais, pelo menos eu os vejo assim. Em vez de pagar absurdos em meros relógios der alguma marca famosa, preferi aderir ao Moto 360, que além de me mostrar as horas, me mostra meus whats, quando estou na moto com o celular no bolso = ), mostra meus rendimentos nos exercicios fisicos e muito mais…

  • E não vai ser a Apple com seu reloginho feito pra viver desligado que vai mudar isso, pelo jeito.