Jon Prosser adianta algumas características que virão no próximo iPhone 17e

iPhone 17e com Dynamic Island

O polêmico youtuber Jon Prosser afirmou em seu mais recente vídeo que a Apple deve anunciar já na semana que vem o novo iPhone 17e. Segundo ele, a apresentação não deve acontecer em evento, mas por meio de comunicado na newsroom da empresa, como já ocorreu com outros modelos intermediários.

A principal mudança visual seria a adoção da Dynamic Island, abandonando de vez o notch que ainda marcou gerações anteriores do modelo mais acessível.

Caso isso se confirme, o 17e passaria a ter a mesma linguagem visual dos iPhones mais caros, reforçando a estratégia de aproximar o modelo “e” da linha principal.

Estratégia: substituir de vez o conceito do SE

Prosser argumenta que a Apple acertou ao abandonar o nome “SE” e passar a usar o número da geração atual com a letra “e”.

A lógica é simples: para o consumidor médio, principalmente nos Estados Unidos, o que importa é ter um iPhone com iOS e acesso ao ecossistema, não necessariamente o modelo mais avançado. No Brasil, é possível que essa afirmação também seja verdadeira.

Ele cita que o iPhone 16e teria representado 11% das vendas da linha no último ano, superando com folga o desempenho histórico do SE.

A proposta é clara: oferecer um iPhone com aparência moderna, preço mais baixo e integração total ao ecossistema.

Tela de 6,1 polegadas, mas sem ProMotion

O iPhone 17e deve manter tela de 6,1 polegadas, com taxa de atualização de 60 Hz. Nada de ProMotion. A proposta aqui é entregar o básico bem executado, sem recursos exclusivos dos modelos Pro.

A presença da Dynamic Island ainda não é 100% garantida, segundo o próprio Prosser. É aí que ele faz seu vazamento perder força, pois o próprio Mark Gurman, no início da semana, afirmou que o 17e viria com o notch, não a Dynamic Island.

Se isso se confirmar, todo esse circo montado por Prosser não passará de exibicionismo.

Chip A19 e 8 GB de RAM

Internamente, o modelo deve trazer uma versão levemente limitada do chip A19, acompanhada de 8 GB de RAM. Isso garantiria compatibilidade com os recursos da Apple Intelligence, o que é óbvio para todo e qualquer iPhone lançado a partir de agora.

A eficiência energética do novo chip, combinada a um modem C1X mais otimizado, deve contribuir para melhor autonomia de bateria. A capacidade estimada gira em torno de 4.000 mAh.

Câmera única de 48 MP

Na parte traseira, o aparelho deve manter câmera única de 48 megapixels, mesma resolução da geração anterior. O avanço estaria no processamento de imagem, com melhorias principalmente em fotos com pouca luz.

Na frente, Prosser menciona a possibilidade de um sensor de 18 MP com suporte ao Center Stage, recurso que ajusta automaticamente o enquadramento em chamadas de vídeo.

MagSafe e cores

Um dos upgrades mais relevantes pode ser o retorno do MagSafe, ausente no 16e. Apesar de alguns usuários não se importarem com uma recarga sem fio mais rápida, essa compatibilidade amplia as possibilidades de acessórios. Quem já teve um iPhone com MagSafe não quer mais ficar sem ele.

As cores devem incluir preto e branco, além de uma possível cor especial. O Prosser afirma que em testes internos, teria sido considerada uma opção em lavanda, mas não há confirmação de que ela será mantida.

Preço estimado

O valor esperado é de US$ 599 nos Estados Unidos, que é o mesmo valor cobrado hoje pelo 16e.

Rumores sobre 256 GB como armazenamento inicial são considerados improváveis nessa faixa de preço. A expectativa é que o modelo base mantenha 128 GB.

O ponto decisivo: Dynamic Island ou notch?

Para Prosser, a presença ou ausência da Dynamic Island será o fator que definirá a percepção do público. Se a Apple reutilizar o design com notch e mantiver o preço em US$ 599, o modelo pode parecer menos competitivo frente ao restante da linha.

Se vier com Dynamic Island, chip A19, 8 GB de RAM e MagSafe, o iPhone 17e consolida a estratégia da Apple de transformar o modelo “E” no verdadeiro sucessor moderno do antigo SE, mas com aparência atual e integração total ao ecossistema.

Isso demonstra que há um certo nível de “especulação” nessas informações trazidas por Prosser. Ele tenta se mostrar como uma fonte confiável de vazamentos (e conseguiu bons resultados no vazamento de como seria o iOS 26), porém, se ele voltar a só especular em cima do que outros afirmam, como fazia no início de sua “carreira”, isso o descredibiliza.

Afinal, já temos youtubers demais querendo chamar a atenção simplesmente para conseguir visualizações que lhe rendam dinheiro.

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