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Nintendo pretende lançar 2 ou 3 jogos mobile por ano após sucesso de Super Mario Run

Super Mario Run bateu diversos recordes da App Store, sendo um dos aplicativos mais baixados da loja desde sua criação em 2008. E este sucesso todo mostrou para a Nintendo algo que dizemos aqui há muito tempo: o mobile é atualmente o meio mais popular de se jogar.

A empresa japonesa afirmou na semana passada que planeja continuar a lançar outros títulos para celulares, cerca de 2 ou 3 por ano.

A informação foi dada pelo próprio presidente da Nintendo, Tatsumi Kimishima, em uma recente entrevista. Ele revelou que o Super Mario Run foi apenas o início de uma nova estratégia em jogos mobile.

Em um anúncio anterior da empresa, os próximos jogos que chegarão a nossos iPhones e iPads poderão ser Fire Emblem e Animal Crossing.

Quanto à forma de cobrança dos jogos, a Nintendo está se mostrando preocupada. Sem querer se render ao famigerado modelo freemium (veja aqui como o Mario seria neste modelo), a empresa está fazendo pesquisa com alguns usuários, para identificar qual seria um preço razoável que agradaria a todos, após muitos reclamarem (inclusive nas avaliações) que o valor de $9,99 é alto demais para um jogo mobile com poucas fases.

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iLex

Robô virtual que tem como missão organizar o site e ajudar leitores. De tempos em tempos ele desvirtua e tenta fazer outras coisas, mas nada que um hard reset não resolva.

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  • Gilmar

    Achei que a jogabilidade do Super Mario Run ficou muito comprometida, é frustrante não poder voltar naturalmente. Mas entendo que pode ser falta de habilidade minha. Porém, além desse problema, a funcionalidade principal das fases acabou ficando restrita na coleta de moedas uma vez que é muito fácil chegar no final das fases (pelo menos nas gratuitas). Na minha opinião o jogo deveria ter mais complexidade para custar $9,99.

    • Carlos Frederico

      O preço é até bom: sejamos sinceros… a qualidade técnica do jogo é IMPECÁVEL. Estou cansado de ver milhares de jogos onde os desenvolvedores sequer desenvolvem de forma nativa em questão de interface. Fica uma coisa completamente grotesca. O sistema de jogabilidade foi extremamente bem pensado quando você toca na parte de design. Em um jogo onde primariamente é jogado com controle físico, colocar uma espécie de controle virtual, por exemplo, seria um belo tiro no pé. Abomino praticamente todos os jogos com controle virtual, não faz o menor sentido. Um direcional sem retorno tátil = zero.

      Por isso o jogo em si tem que ser pensado na forma como vai ser jogado em um dispositivo que fornece somente o toque como jogabilidade. Fazer adaptações de jogos é jogar todo o design do jogo no lixo, que é o que a Square Enix faz. Poxa vida, é medonho mexer o personagem com um direcional virtual.

      É apenas a minha humilde opinião como jogador há 30 anos, passando por grande parte dos consoles existentes e dispositivos móveis de alta qualidade.

  • Ricardo Araujo

    É um jogo bom bem divertido com mecânica simples para a proposta de poder jogar com uma mão até o shigeru miyamoto fez um vídeo jogando e comendo ao mesmo tempo. Eu gostei do jogo e agora estou nas disputas online e no desafio de coletar as moedas. Espero que nos próximos jogos a Nintendo continue acertando.

  • Fabio Fernandes

    se lançar o Mario Kart seria bom!

  • KB

    Perfeito comentário!

  • Adílio

    Vem super Mário World !?

  • Felipe

    Animal Crossing e Fire Emblem eu acho que serão freemiums, pois são franquias menos conhecidas pelo público geral (tem menos peso pra convencer as pessoas a pegar pelo jogo).
    Só toma cuidado com “E este sucesso todo mostrou para a Nintendo algo que dizemos aqui há muito tempo: o mobile é atualmente o meio mais popular de se jogar.” pra não cair naquela história de que a Nintendo vai virar third, porque eles já deixaram bem claro que o plano pros jogos mobile é deixar eles como uma forma de as pessoas conheceram as franquias da empresa, para então comprarem um dos consoles dela e_e

    • Exatamente, eles já sabem obviamente que o mobile é o mais popular. Mas o PC também já foi um dia, e eles não mexeram um dedo pra migrar.

  • Rob Simões 

    Discordo totalmente. Detestei os controles, Odiei não poder controlar o personagem como eu quero ou poder voltar. Existem jogos de plataforma na App Store onde você consegue controlar o personagem com gestos simples na tela como o excelente Leo’s Fortune ou o jogo do He-Man. No caso do Mário, bastaria um swipe na tela para mudar a direção, ou tocar do lado direito para ir para a direita ou o lado esquerdo para ir para a esquerda. Não precisa de nada muito complexo. E também poderia ter suporte a controles MFi. Isso sim. Do jeito que foi feito ficou extremamente frustrante. Além disso o jogo veio com poucas e curtas fases. Quanto ao preço acho pouco até. Se o jogo for feito direito podem cobrar bem mais que eu pago.

    • Matheus Rodrigues

      Mas aí, criando a possibilidade de voltar, tira totalmente a dificuldade de desafio do jogo, que é ter o “timing” certo de pular na hora certa, ou fazer algumas acrobacias para conseguir coletar as moedas. Acabei de finalizar o jogo coletando todas as moedas pretas e estou muito satisfeito.

    • Lucas Figueiredo

      O conceito do jogo é correr sem parar. Mario RUN. Não é o Mario clássico, é o Mario Run.

    • Carlos Frederico

      Como o Matheus e o Lucas disseram: é uma questão de conceito e design. Você não faz um jogo pensando em abranger todas as possibilidades, senão não chegará a lugar nenhum. Se você reparar, existem maneiras de retroceder justamente com as combinações de pulos nas paredes por exemplo. Mas isso é só, mais uma vez, um aspecto derivado do design do jogo.

      E vamos mais um pouco adiante? Risos… você menciona aí que é só “fazer um swipe para a esquerda que ele corre para a esquerda”. Legal! Fazendo isso você está tentando transformar no jogo clássico que precisa de controles de precisão! Quem jogou Mário clássico sabe que precisa ter muita habilidade com o direcional, pois um toquinho para a direita é diferente de uma pressão mais longa. Fazer isso numa plataforma onde o feedback tátil é quase inexistente quebraria todo o desafio do Mário.

      Note que isso que acabei de dizer é só uma argumentação bem simples diante do que você disse baseando no jogo clássico para a plataforma mobile. Um designer de jogos certamente explicaria muito melhor do que eu.

  • Rubens Mateus Padoveze

    O valor não sei mas o modelo de venda achei bem acertado.

  • William Alexandre

    Tem que de graça, estou desempregado!

  • William Alexandre

    TEM QUE SER DE GRAÇA, O DESEMPREGO NO BRASIL TÁ OSSO!

  • Leandro Romeiro

    Seria ótimo se a Nintendo lançasse o Super Mário World com suporte a joystick Bluetooth.

  • Pablo Rangel

    “sucesso”

  • Proper

    Eu discordo, Rayman Adventures continua a ser um RUN, no entanto te dá uma certa liberdade sem ser frustrante nos controles.

  • RACLA

    Eu li em vários outros sites que o jogo foi um fracasso. É um recorde de downloads mas ficou abaixo das expectativas de vendas.