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Hospital usa iPads para fazer FaceTime entre mães e recém-nascidos na maternidade

iPad na maternidade

O hospital Cedars-Sinai, de Los Angeles, está adotando uma nova maneira de aproximar as mães de seus filhos recém-nascidos durante a fase que ele precisa ficar isolado na maternidade. Através do uso de iPads, videos-chamadas pelo FaceTime ajudam a manter uma comunicação entre o quarto da mãe e a Unidade de Tratamento Intensivo Neonatal, onde a criança fica por algumas horas logo após o parto do tipo cesariana. O serviço está sendo chamado de BabyTime.

Segundo a direção do hospital, este tipo de serviço resolve o grande impasse que é o de deixar a criança longe da mãe justamente em um dos momentos mais cruciais, que são as primeiras horas do nascimento. Com isso, o uso da tecnologia serve para criar uma ponte entre a família e a equipe médica.

Tomara que vire tendência em outros hospitais. 😉

via TUAW

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iLex

Robô virtual que tem como missão organizar o site e ajudar leitores. De tempos em tempos ele desvirtua e tenta fazer outras coisas, mas nada que um hard reset não resolva.

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  • Tainan

    Ótima iniciativa!

    • Victor

      Perfeito!!

      É uma forma diferente e super inportante de utilizar a tecnologia!!

      • Victor

        Importante*

  • Homero

    Se no Brasil roubam ate recem nascido, imagine oq nao farao com iPads!

    • José Airton

      Kkkkkkkkk ! Pois é, que orgulho da ser brasileiro.

    • J3ff

      Nossa !!! …incrível, né ??
      Só no Brasil acontece isso !!!!

      • Francis

        Pois é, só no Brasil tem ladrão e no resto do Universo só tem santo. Só parece!!!

        • Stefano Angelo

          Na verdade, no Brasil eles acreditam que realmente são mais espertos do mundo.

    • Conrado

      Então, o que vc ta fazendo aqui? Odeio esse pessoal que fala mal do Brasil mas não levantam UM dedo pra mudá-lo!! –‘

  • Marcos

    Legal. Mas nao da pra fazer isso ha muito tempo com uma webcam?

    • murilo

      hahaha pois é, o povo faz um alarde como se fosse algo inédito

    • Luis

      Sim, mas com o iPad é muito mais prático do que com qualquer notebook.

      • JanjaBoy

        Mas webcam não existe só em notebook……

    • J3ff

      #Fato

      • Victor

        FATO☑

    • Dorinha

      Pois é tá,bém pensei nisso….

      • Dorinha

        também*

  • MARIA ISABEL

    A intenção é boa, se der resultado melhor ainda! Agora as mães poderão ver como seus filhotes estão sendo tratados.

  • x_jeferson

    A maternidade poderia fazer app com os rostinhos da crianças, e ai para as crianças que estão com algum problema e nao podem ir pra casa, os pais podem curtir o filho pelo app.. rs

    • Daniel

      Tinha q envolver o facebook…

  • Fernand:o_O

    Se o Steve Jobs estivesse vivo…

  • Tomamais

    Ótima ideia, mas…. Óh! E se a mamãe não tiver iPad do outro lado? FaceTime? O Skype faz isso a séculos no celular mais mequetrefe que existe.

  • Marco

    #ipad
    #ajudatodos

  • Enzo

    Corrige o título iLex. Faltou um “s” em recém-nassssscidos.

    E ja que na época de todos que estam lendo esse artigo, nao tinha iPad e nem FaceTime, que tenha para os nossos futuros filhos!

  • Antônio

    Não sei porque nos EUA ainda é assim,pois no Brasil e na maioria dos países o berçário está se extinguindo em virtude do alojamento conjunto…

    • Fabiana Ab

      Pois é Antonio….
      O Brasil quer copiar moda de fora… A melhor coisa que aconteceu no Brasil foi o contato prévio entre mãe e filho e alojamento conjunto… Espero que essa tecnologia não seja um sinal de retrocesso.

  • Antônio

    A não ser se o bb estiver na incubadora…

  • Nana

    Oi iLex, tudo bem? Então, só pra explicar um pouquinho! Sou neonatologista e o que acontece em vários hospitais é que o bebe ja fica com a mae logo apos o nascimento. Em alguns lugares ele fica cerca de 2 horas em observacao, que coincide um pouco com o periodo de recuperacao anestesica da mae. O que a gente ve nessas horas sao os pais fazendo uns videos e tirando fotos pra mostrar pra mae ( ela ja viu o bebe, claro, na sala de parto). Nesse caso ai da foto o bebe esta de fato internado na uti, com algum problema. Ele esta monitorizado e com acesso venoso. Esses casos sao os mais angustiantes, quando a mae quer ver como o filho esta, e muitas vezes nao pode ir ate a uti por estarem por exemplo em pos operatorio de cesarea. Mais uma vez o que é comum nessas horas sao pais ou outros parentes fazendo os videos, ate porque com a interferencia dos equipamentos nem sempre o sinal de wifi ou celular é bom nas salas. Ainda sim a ideia é otima! Abracos

  • João

    Legal!!!
    Adorei mesmo aqui no Brasil e em qualquer outro lugar poderia ser assim. Seria fantastico!

  • Hellen

    o facetime e o imessage nao estao funcionando hoje, alguem tambem esta assim?

  • Priscila

    Tomara que a tendência nos hospitais seja a oportunidade das mulheres darem a luz com dignidade. Partos com muitas intervenções fazem mal pra saúde. É sabido que a cesareana eletiva muito contribui para o bebê nascer prematuro e precisar de uma UTI. Nas primeiras horas do nascimento bebês e mamães deveriam estar juntos, se conhecendo, se encantando um com o outro. Acho que mesmo que uma UTI fosse necessária, esse sistema raramente seria utilizado se os profissionais priorizassem a presença dos pais dentro da UTI. Pai e mãe não deveriam ser considerados meras visitas. E, pensando numa situação drástica, que mãe e bebê estivessem gravíssimos – que a tecnologia possa inventar um alojamento conjunto UTI, qualquer coisa que agregue!! Um basta pra tecnologia que separa e que nem pensa possibilidades de unir! Que sejam usadas menos tecnologias nos partos, que a tecnologia apropriada seja devidamente utilizada nos casos de real necessidade e não precisaremos imaginar tecnologias para unir mães e bebês depois do parto e que a imaginação busque desenvolver meios de união!

  • Fabiana Ab

    Achei péssimo…
    Acabou o contato inicial mãe X filho….. Cadê o método canguru?? Cadê o contato pele a pele entre mãe e filho… Espero sinceramente que NÃO vire tendência em outras Maternidades.

  • lorenn

    Tomara que sim…. só que NÃO!!!!

  • Celina Mello

    Realmente isso não pode ser desculpa para os hospitais substituírem o alojamento conjunto, bb quando nasce TEM QUE IR PARA O COLO DA MÃE!! Sim, em raríssimos casos onde o bb precisassse ir para a uti (e não para a encbadora, encubadora é algo totalmente desnecessário, o bb pode se manter aquecido nos braços maternos, não precisa ficar dentro de um vidro isolado para isso) poderia servir para diminuir a angústia materna, mas, sinceramente, também concordo com Priscilla, acho que os hospitais deveriam procura meios de agregar pais e filhos fisicamente – mesmo na uti – e não virtualmente… Acho que esse tipo de inovação vai mais atrapalhar do que ajudar, pois pode servir de desculpa para manterem a existência nefasta dos berçários nas maternidades e continuarem mantendo o bb afastado da mãe sob o pretexto de que: Ela está acompanhando em tempo real o que acontece com o seu filho… VAMOS NOS CONSCIENTIZAR, GENTE, A MÃE NÃO PODE SER MERA EXPECTADORA, NEM NA FORMA DO NASCIMENTO DO FILHO NEM NO PÓS-PARTO!!

  • ana

    Qual a explicação pra um bebê recém nascido ter uma ” fase que ele precisa ficar isolado na maternidade”?
    Num parto normal e respeitoso, sem intervenções desnecessárias, mãe e bebê não tem porque ficarem afastados, num momento em que o contato entre os dois é tão fundamental. Disso depende uma série de aspectos, inclusive a amamentaçao.
    Se quiserem saber mesmo porque afastam mães e bebês, a resposta é simples: Os partos hoje em dia são em sua maioria cesarianas desnecessárias, geralmente os bebês não estão maduros mas precisam se encaixar na agenda do médico e da família e daí essas crianças passam por desconforto respiratório, por estarem seus pulmões imaturos.
    A Natureza é mais perfeita e mais sábia do que essa vã tecnologia.

    • Ok, mas concorda que seu comentário foge do assunto do artigo?

      • Priscila

        Não, o comentáio não foge do assunto. Acontece que quem está envolvido com tecnologia dura acaba não enxergando outras possibilidades para a resolução de problemas. Problemas esses muitas vezes gerados pela utilização inadequada da própria tecnologia, como é o caso da questão do nascimento. As pessoas só estão levantando reflexões acerca do uso de tecnologias duras num momento onde deveria ser priorizado o uso de tecnologias adequadas, que poderia ser a tecnologia dura também, se estritamente recomendada. Mas não é a realidade do que acontece nos nascimentos. Nascimento vaginais conduzidos com muita tecnologia e cesareanas eletivas são a nossa realidade. E são assim aceitos culturalmente como bastante seguros, falácia! Todas as complicações advindas do mal uso da tecnologia do nascimento que causam, por exemplo, a internação de bebês em UTI, e a separação desses bebês dos pais vão ser resolvidas por uma imagem de Ipad? A sugestão é que um I-qualquercoisa possa ser usado para avisar ao mundo todo como uma mulher e um bebê estão super bem após um parto amoroso e sem uso de tecnologias, como deveria acontecer em mais de 80% dos partos. O problema desse artigo é a banalização de um problema sério de saúde: o grande número de bebês prematuros e com problemas por má condução de assistência. E as pessoas acabam achando legal seu filho içado por um desconhecido na tela de um aparellho e nem se questionam se podia ter sido diferente. A tecnologia é maravilhosa! Mas está invadindo nossos espaços mais íntimos, uma pena.

        • Não vejo assim. Acho que você está distorcendo a realidade neste caso.
          O iPad neste hospital não é uma maneira cômoda de deixar a criança longe da mãe, como parece que você está tentando dizer. Mas já que a criança precisa ficar um tempo longe, que esta distância física (e obrigatória) não seja tão traumática para ambas as partes e que uma comunicação continue até que ela possa voltar para o colo da mãe.
          Me parece que você está radicalizando, como se isso que aconteceu seja só para “dar descanso aos pais pela chatice que é um bebê por perto”.

          • Priscila

            Não fui capaz de entender essa resposta.

          • Priscila

            “maneira cômoda”, “chatice que é um bebê”. Não entendi nada.

  • Patrícia Cordeiro

    Ainda estou aqui achando que essa notícia é fake. Porque ela é inacreditável! Mas que ridículo!! Como assim ficar isolado da mãe depois da cesárea? Alguém processa esse hospital, por favor?? Onde vamos parar?

    • Patrícia, abra a sua mente.
      Pense que a SUA realidade pode ser diferente da realidade longe de você.

      Países diferentes tem costumes diferentes. Se você tiver um filho na França, por exemplo, eles não deixarão sua mãe ou o marido dormir no quarto com você. Eles alegam que você já está bem crescidinha para precisar da ajuda da mãe. Para brasileiras, este tipo de atitude é absurdo, mas para eles não.

      • Priscila

        Ilex, abra a sua mente.
        A mãe no caso citado é a puérpera – mulher que acaba de parir – e não a mãe da mão, avó da criança.
        De qualquer forma você acha comum as brasileira estranharem a proibição do acompanhante (mãe ou marido) no puerpério? E onde é comum a permissão de um familiar no puerpério? A luta atual é justamente pelo cumprimento da lei do ascompanhante. Não entendi sua colocação. Concordo plenamente que a cultura é diferente, por isso mesmo os índices europeus dão banho na gente. A assistência por lá é bem deiferente da nossa.

        • leo

          Adoro produtos da Apple, adoro quando eles são utilizados em hospitais para facilitar o serviço e tal…
          Mas acompanhar o estado do filho pelo iPad é no mínimo estranho. Estabelecer vínculo virtualmente?
          Por sorte no Brasil temos o alojamento conjunto e os bebês, desde que sadios, já vão no mesmo dia para o quarto/enfermaria que a mãe está. A iniciativa é boa e seria melhor ainda se fosse utilizada nos casos em que o bebê precisa de uma UTI neonatal, por exemplo.
          Mas ainda espero de verdade que a maçã se faça mais presente nos hospitais brasileiros pra facilitar o trabalho da equipe de saúde.