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CEO da RIM acha injusta a chuva de críticas ao novo PlayBook, candidato a concorrente do iPad

O iPad é hoje o tablet mais vendido no mundo. É bem verdade que o fato de ter surgido primeiro e ficado quase um ano sozinho no mercado ajudou bastante, mas os concorrentes que começam a aparecer ainda não mostram nenhuma reação significante que ameace esta supremacia. Um dos candidatos a iPad-killer aclamado por quem ainda odeia a Apple é o PlayBook da RIM. Mas quem já teve oportunidade de usá-lo, está reclamando.

O mini-tablet da empresa canadense está chegando finalmente ao mercado americano esta semana. Mas uma coisa é a propaganda, a outra é a vida real. O PlayBook está sendo bastante criticado por não ter cliente de email, agenda e nem gestão de notas, ferramentas que só aparecem no aparelho se ele for sincronizado com um celular BlackBerry. Ou seja, a RIM parece não ter criado um tablet e sim um acessório para o seu celular, não sendo voltado ao grande público, como o iPad.

O preço dele nos Estados Unidos é o mesmo do iPad, mas seu tamanho é a metade. A RIM insiste em dizer que os grandes diferenciais são a sua velocidade e o fato de rodar animações Flash (estranhamente não tocam no assunto da bateria), mas como bem destacou a Apple, tecnologia sozinha não basta.

Bloomberg

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