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“Play Nice” pode ser uma nova solução contra o controverso “Freemium”

Play Nice

Na segunda edição da nossa revista digital iThing, explicamos o que são os jogos freemium e toda a polêmica que ele gera entre os usuários. Mas um desenvolvedor resolveu propor uma fórmula diferente justamente para quem acha abusivo o sistema de compras internas nos aplicativos.

Alguns jogos realmente abusam do formato “free-to-play“, transformando-o praticamente em um “free-to-pay“, de tanto forçar a barra para que os usuários adquiram compras internas. Nem todos são assim, mas os poucos que são acabam sujando a imagem do formato.

Mas um desenvolvedor independente do Reino Unido resolveu propor uma coisa diferente, que ele chama de “Play Nice“: junto com as clássicas compras de melhorias disponíveis no jogo, há uma opção do tipo “buffet livre“, em que você paga um valor fixo e tudo no jogo é liberado definitivamente, como se fosse um aplicativo completo.

A solução é bem simples, mas sensacional, pois deixa feliz todo mundo: os que gostam de aplicativos grátis que permitam conhecê-lo antes de pagar qualquer coisa e aqueles que dizem preferir pagar o jogo inteiro ao invés de ficar comprando elementos internos.

Recentemente, mais e mais jogos mudaram para o sistema IAP (compras In-App baseado em pagamento), que se mostrou popular em um grande segmento de gamers. Infelizmente, também tem se mostrado muito impopular para outros jogadores – muitos dos sistemas IAP fazem com que os jogadores deliberadamente ou acidentalmente acabem tendo uma conta alta no cartão. Nós da Strange Flavour queremos adotar o “play nice” e reconstruir a confiança dos jogadores.

A questão é que o modelo freemium já se demonstrou uma maneira muito lucrativa para os desenvolvedores, tanto que os aplicativos que lideram o ranking das maiores arrecadações são deste tipo. Estariam estes dispostos a mudar agora?

via iMore

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iLex

Robô virtual que tem como missão organizar o site e ajudar leitores. De tempos em tempos ele desvirtua e tenta fazer outras coisas, mas nada que um hard reset não resolva.

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  • Paulo Fernandes

    Se é uma fórmula que irá implacar ou não, veremos. Mas este desenvolvedor tem o meu respeito só pelo fato de não fazer o “mais do mesmo” e tentar inovar!

  • Cleiton Nunes

    Eu iria adorar este sistema, mas no Brasil deve demorar a chegar, infelizmente

    • Marlon

      Como assim, cara? É só tu entrar na App Store dos EUA, caso ache que a brasileira está defasada!!!

      • Cleiton Nunes

        Foi apenas uma hipótese e não por isso, é que provavelmente esse sistema de pagamento deverá ter algum vínculo com a Apple, uma vez que se trata de liberação de aplicativos/app purchases e, assim como os gift cards levaram um tempo, o mesmo poderia acontecer.

        • Vinicius

          Pelo que eu entendi, esse sistema não está vinculado com a Apple e sim com o aplicativo, que quando recebe a confirmação da compra, libera novas funções e/ou modos de jogo. É quase a mesma coisa dos aplicativos que são grátis e têm uma compra interna para o deixar “premium”, só que nesse estilo também há a possibilidade de compras pequenas, assim como é o free-to-pay hoje.

          • Diego Azevedo

            Não. Da maneira que eu entendi, as compras continuam vinculadas à Apple, só que é como se você comprasse um pack promocional com todos os extras.

            Em vez de pagar poucos centavos por cada carro ou pista, vc paga um valor mais alto e libera tudo de uma vez. (se fosse um jogo de corrida)

            Se não me engano, o app Flow usa essa técnica. Cada pack custa 99 cents, mas vc pode desbloquear todos (são 7) por 3.99

        • Felipe Bragança

          Gift Cards levaram algum tempo? Eu os uso desde 2007. Maximuscards é uma das formas 🙂

      • Hahahaha q povo desinformado :/

  • Romulo

    Isso sim é uma grande evolução…. Tem meu voto

  • Claudio Ribeiro

    Falando em revista, este es nao teremos a terceira edicao!

    • Quem disse? 😉

      • Paulo Fernandes

        Sai hoje, sexta ou sábado?

      • Leonardo Freitas

        Tio iLex esperou até o último momento pra ver se a Apple anunciava oficialmente o evento, né? hehehe.
        Tô ligado, tio. 🙂

      • Claudio Ribeiro

        Não vejo a hora iLex, a revista é simplesmente FANTÁSTICA!
        Estou ancioso pela terceira edição!

    • Lucas Silveira

      O iLex disse em outra matéria que a revista ainda causador essa mês

  • Leo Negrisoli

    Esse modelo de “Free to play” é excelente, pois na minha humilde opinião reduz a necessidade de pirataria de aplicativos já que o mesmo é “free”.

    O PvZ 2 por exemplo é um ótimo exemplo disso, eu ainda não comprei nada, mas to louco pra comerçar a comprar umas plantinhas novas hehehe.

    • Overlord

      PvZ 2 é o melhor exemplo do lado bom do modelo Free To Play: tu podes terminar o jogo facilmente, sem apelar para as compras mas dá uma vontade louca de comprar e experimentar as outras plantinhas.
      É um jogo onde as fases são balanceadas e os desafios atraentes sem serem demasiado difíceis.

  • Douglas

    Falando em revista iLex só vim aqui falar uma coisa pra você: A revista de vocês é ÓTIMA, eu ainda não tinha baixado por falta de tempo, mas ontem eu baixei as duas edições e a experiência de ler ela foi muito boa, ela é bem interativa, fala de assuntos que não se encontra em sites por aí (techtudo, tecmundo, etc…) pois os outros sites só falam de coisas que atraiam as massas e que por muitas vezes as matérias são tendenciosas, e a revista de vocês tocam em pontos ótimos e curiosos. Continue assim, e estou ansioso pela 3ª edição. Abraços

  • floydbh

    Caramba… sensacional a ideia! Agradaria parcialmente gamers e desenvolvedores, sem desagradar ninguem.

    Eu particularmente, desisti de diversos jogos que, se eu não desembolsasse mais (eu disse MAIS) 80 doletas, eu nem sequer conseguia jogar um “Training Mode”.

    Desta nova forma, posso simplesmente comprar o pacote completo e TER CERTEZA que não precisarei desembolsar MAIS NADA até o fim do jogo…e de fato, chegar ao fim do jogo!

    E é isso ae!

  • Puding

    Ainda sim ridiculo. A solucao é o que sempre fizeram: Versao Lite/Free para experimentar, e uma versao Full completa paga.

    Pior de tudo que ate jogos pagos estao abusando desse sistema, como o Cut The Rope.

    • Nunca precisei pagar NADA no Cut the Rope para passar fases ou me divertir.
      O problema é que exagera em taxar os jogos sem pensar.

  • Madruga

    Formato interessantes..

  • Thiago Pachioni

    Mas não vai rolar pra todos os jogos 🙂 muitos jogos simplesmente ruinariam se tivessem essa opção.

    Angry birds > Poderia comprar infinitos Birds especiais, e passar facilmente de todas as fases

    Cut the Rope > Poderia comrpar telekiness infinito, e passar facilmente de todas as fases

    PVZ 2 > Compraria gold e magias/plant foods infinitas e poderia passar facilmente de qualquer coisa

    Qualquer jogo que tenha qualquer item consumivel a venda por IAP > Todos teriam itens infinitos

    Qualquer jogo que tenha um “ressurect”, “continue” serão estragados….Tenho infinitos jogos, e não consigo pensar em um que não seria totalmente estragado por esse sistema

    • Lucas

      Não é nada disso cara, vc ta viajando hahahah
      Imagina se alguém iria fazer um jogo onde pudesse adquirir infinitas vidas, dinheiro, itens e o diabo…

  • marcelo

    na segunda edição voces explicaram sobre o freemium. CADÊ A TERCEIRA EDIÇÃO?!?! PELAMORDEDEUS, LIBERA A TERCEIRA EDIÇÃO!!!!

  • Allegri

    Preifro o fremium….

    Jogo Crime City, Injustice e RR3 sem gastar um tostão e com ótimos resultados…

    No Injustice por exemplo, tenho todos os cards gold, alguns níveis elite 3, faltam apenas 3 fases para zerar o jogo e nunga gastei um Obama se quer

  • Arnaldo Lage

    Já conhecia esse formato com o jogo Mayday, cujo o objetivo é pousar um avião em situações complicadas. Aprovo bastante! No caso do Mayday funciona assim: o jogo é liberado, de modo inicial e gratuito, com todas suas funções mas limitado a três fases. Então você pode adquirir quantidades variadas de fases ou escolher uma opção que dá direito a todos os mapas e mais atualizações futuras. Bacana!

    • Fabio

      Ótima idéia essa do Mayday!

  • Leonardo F. M.

    Eu achei essa idéia genial!

    Não gosto do modelo Freemium. Acho que a opção de testar o jogo e compra-lo completo, sem ter restrições de tempo ou compre para avançar rápido, muito melhor!

  • Fabio

    Quem me dera se todos os desenvolvedores partissem para esse caminho, na minha opinião muitras empresar lucrariam mais, principalmente comigo hehehe! Tem muitos jogos que gosto bastante, como os simpsons, o heroes of destiny, plants x zombies, entre outros que pagaria com certeza para tê-los completos.

  • Guilherme

    Eu gosto é quando a gente compra o jogo ja completo!
    O problema é Quênia desenvolvedores se preocupam mais com o lucro deles do que com a diversão dos usuários..

  • Cara, uma coisa que eu pagaria no asphalt 8 era pra ganhar mais moedas nas corridas.. Esta sofrido aquela miséria que vc ganha nas corridas

  • iJE

    Eu gostei dessa alternativa “Play Nice”, pois permite experimentar o jogo sem gastar nada e se gostar pode comprar a versão “completa” de uma vez só. Só vai depender do preço dessa liberação…

    A minha bronca em relação ao modelo “Freemium” era justamente o fato que, para liberar tudo que o jogo oferece, você tinha que gastar muito mais do que no modelo “normal” de venda, alguns casos chegando a ultrapassar dos 60 dólares, considerando somente os recursos extras, que você paga somente uma vez.

  • Bernardo Sampaio

    Acho que já vi alguns apps “Play Nice”…

  • Vítor

    Qual é o nome do jogo que está na imagem?

  • Cristiano

    Não vi nada de inovador. É como os aplicativos lite / pro ou full ou qualquer outra coisa. Freemiums, desde que as compras sejam apresentadas no app de forma clara, são a melhor opção. Tanto pro usuário quanto pro desenvolvedor. A falta da compra não pode limitar o uso do app mas ao mesmo comprar deve oferecer algo interessante. Ou seja, o usuário pode “zerar” o jogo sem in app purchase, mas só atingiria um nível alto de eficiência no jogo com a compra. As pessoas querem ter tudo do jogo, que facilitaria o jogo ao máximo por um preço baixo. Pense pelo desenvolvedor, esse cara iria enjoar do jogo rapidamente e deixar de usar. Usuário ativo em um freemium é possível cliente pro desenvolvedor, ou seja, a idéia é prender você jogando e não te fazer conquistar tudo de uma vez só. “Comprar tudo” em um jogo, por exemplo, tem que ser caro por que o desenvolvedor não quer que você compre tudo, simples assim. O lucrativo é: muitos usuários (muito mesmo) sendo uma porcentagem pequena comprando esporadicamente, mas por muito tempo.

    As vendas são boas, movimentam a App Store, da dinheiro pra alguém que vai desenvolver melhores apps pra todo mundo. Ninguém desenvolve nada por caridade. Desenvolver jogos é um negócio e deve ser lucrativo, pelo contrário, não existiria. Esse é o motivo da App Store apresentar melhores jogos, mais elaborados etc.