mar 10
Escrito por iLex, às 08:03 - 10 de março de 2010 5 comentários »

Pela primeira vez na história da loja da Apple, há mais livros eletrônicos que jogos na App Store. Os dados são de fevereiro, coletados pela agência de publicidade Mobclix.

Ela contabilizou 27.000 aplicativos na categoria Books, enquanto que na Games se encontram 25.400 títulos. Existem 10 vezes mais ebooks gratuitos do que pagos, diferentemente dos jogos, cuja proporção é de 2 apps pagos para cada um gratuito.

A tendência é achar que o iPad pode estar influenciando este aumento na categoria, mas a lógica é outra: para lançar um livro para o iPhone, basta criar um aplicativo base, para depois mudar apenas o texto. Muitos desenvolvedores fazem isso, lançando vários títulos diferentes, com praticamente o mesmo código de programa.

Resta saber como a Apple irá tratar com essa categoria quando for lançada a iBook Store. O formato de aplicativo é diferente, assim como os ganhos da Apple. Enquanto a média de preços dos eBooks atuais é de 0,99$, o primeiro comercial do iPad mostrou preços que se aproximam dos 14,99$. Será que a App Store vai roubar clientes da iBook Store? Ou será que a Apple simplesmente vai retirar a categoria da loja de aplicativos, por “duplicidade de funções”?

A resposta, em abril.

via

jan 13
Escrito por iLex, às 13:01 - 13 de janeiro de 2010 45 comentários »

É possível avaliar a dimensão da influência de um gadget na cultura popular quando ele começa a fazer parte de filmes ou até mesmo, best-sellers.

Dan Brown, escritor do mega sucesso O Código da Vinci, incorporou em seu último livro o iPhone como peça de destaque na trama.

A obra é O Símbolo Perdido (The Lost Symbol), à venda desde o mês passado no Brasil. Em sua história, uma das personagens possui justamente o nosso smartphone preferido, que aparece várias vezes durante o decorrer da história.

Se você ainda não leu o livro, saiba que este artigo revela trechos da narrativa (spoilers).

Ao todo, o celular multitoque da Apple é citado sete vezes no livro. O curioso é que não é um simples celular, um telefone, nem outra marca que a personagem tem; é justamente um iPhone, com detalhes para o toque característico e funções de mensagem na tela. Considerando que não há nenhum tipo de patrocínio publicitário ou de marketing na jogada, fica evidente que o escritor só pôde usá-lo por ser um elemento já incorporado na cultura americana, e por que não dizer, mundial (visto que foi traduzido em várias línguas).

Veja a seguir os trechos onde ele aparece.

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