jul 27
Escrito por iLex, às 10:31 - 27 de julho de 2010 36 comentários »

A segunda leva de lançamentos mundiais nem começou ainda e já tem operadora brasileira fazendo mistério sobre o lançamento do iPhone 4 aqui no Brasil. A TIM parece ter resolvido incorporar o novo modelo em suas comunicações com o público. Ontem mesmo, em seu twitter oficial, ela não poderia ter sido mais explícita:

Claro que parece ser mais um jogo promocional para chamar a atenção, aproveitando o grande interesse pelo melhor iPhone já feito. Mas ela vai mais além, adicionando o modelo em sua promoção Liberty WEB Grátis. Confira o regulamento oficial:

Interessante é o ítem 12 do regulamento: “A promoção será concedida apenas para os CLIENTES que solicitarem a ativação da mesma até a data limite de 08/08/2010“. Até esta data, porém, é praticamente impossível que o aparelho comece a ser vendido oficialmente por aqui. Então por que incluí-lo na promoção?

A operadora oficialmente não fez nenhuma declaração sobre quando o iPhone 4 será lançado em nosso país, até porque nenhuma delas poderia dizer, pois nem mesmo a ANATEL homologou o dispositivo, o que impossibilita a venda em território nacional.

Estimativas otimistas para o lançamento no Brasil do novo iPhone indicam que ele não deve acontecer antes do final de setembro.

Colaboraram os leitores Neto Matos e Helbert Kreitlow

A Apple declarou ontem a sua posição referente à atitude do Congresso americano de não tornar o desbloqueio de dispositivos (jailbreak) uma coisa ilegal, quando feito com finalidade não-comercial. Ela disse ao site CultofMac que, apesar do hack não ser contra a lei, ele anula a garantia e deixa o aparelho instável, afetando a experiência do usuário.

O objetivo da Apple sempre foi o de garantir a nossos clientes uma experiência única com o iPhone e acreditamos que o jailbreak pode afetar esta experiência. A maioria dos usuários do iPhone não recorre ao jailbreak, porque este processo viola e anula a garantia de fábrica, além de poder conduzir a certa instabilidade do aparelho, fazendo com que não funcione corretamente.

A posição da empresa é mais do que lógica, tanto que já havíamos previsto no artigo anterior. Porém, muitos leitores acabaram não interpretando bem a “liberação” do desbloqueio, achando inclusive que a Apple começaria a aceitar aplicativos de terceiros no iTunes para a instalação no dispositivo, coisa que em nenhum momento nosso texto deu a entender.

Fazer com que uma coisa não seja considerada ilegal não é o mesmo que torná-la obrigatória.

Então o que a decisão do congresso americano irá mudar no cenário atual do jailbreak do iPhone?
Provavelmente nada. A Apple vai continuar tentando bloquear qualquer tipo de hack, enquanto o Dev-Team e companhia continuarão lutando para encontrar meios de liberar nossos aparelhos. A diferença é que ninguém correrá o risco de ser processado caso faça isso.

Há muito tempo que esperávamos por essa, e finalmente agora é oficial: o Congresso dos Estados Unidos acaba de anunciar que o ato de desbloquear um telefone e instalar aplicativos de terceiros não é um crime. No mundo do iPhone, chamamos isso de jailbreak, no qual a Apple lutou tanto para torná-lo ilegal.

No Brasil isso não é novidade, pois o desbloqueio é um direito do consumidor. Mas nos EUA a Apple estava fazendo um forte lobby para que ele fosse tratado como ilegal (leia “Segundo round na luta pela legalização do jailbreak“). Tudo porque ela sempre quis manter seu monopólio na venda de aplicativos, músicas e filmes. Claro que também é por uma questão se segurança (aparelhos com jailbreak podem ficar mais vulneráveis a ataques maliciosos), mas obviamente que o interesse da Maçã sempre foi econômico.

Agora, o Congresso americano considera o desbloqueio de aparelhos (tanto o de operadora quanto o de instalar o que quiser) uma exceção à Digital Millennium Copyright Act (DMCA - Lei dos Direitos Autorais do Milênio Digital), permitindo que cada um faça o que bem quiser com o aparelho que comprou. Claro, vender ou repassar produto ou software alterado continua sendo um crime e, portanto, a pirataria com aplicativos crackeados continua ilegal.

A medida é votada a cada 3 anos e, portanto, a Apple pode ainda tentar mexer seus pauzinhos para que ela mude em 2013. Mas até lá muita água ainda vai rolar.

Outra questão importante é que, apesar da exceção à lei, provavelmente a Apple continuará considerando qualquer alteração não autorizada no aparelho como motivo para quebra de garantia e, por isso, não é recomendado levar dispositivos com jailbreak para a assistência técnica em caso de pane.

O Blog do iPhone sempre defendeu o jailbreak como um direito do consumidor, mantendo sempre sua posição rígida contra a pirataria (são coisas bem diferentes). A Apple coloca alguns limites chatos no iPhone, que felizmente estão caindo a cada grande atualização, como foi com a multitarefa, a imagem de fundo de tela e o copiar e colar. O fato da empresa não ter conseguido transformar os hacks saudáveis de aparelhos em algo contra a lei nos deixa extremamente felizes e satisfeitos, com o sentimento de dever cumprido. Não foi apenas uma vitória do povo americano, mas de toda a comunidade do iPhone no mundo. :)

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jul 25
Escrito por iLex, às 13:50 - 25 de julho de 2010 33 comentários »

Para poder cumprir a promessa de dar uma capa protetora a cada cliente que adquiriu um iPhone 4, a Apple criou todo um procedimento de solicitação bem particular, na tentativa de evitar fraudes: através um aplicativo dedicado, associou o pedido ao próprio aparelho, com registro automático de IMEI e da identificação individual do dispositivo (UDID), o que impede que se consiga pedir mais de uma capinha para o mesmo iPhone.

O Blog do iPhone acompanhou todo o processo e vai mostrar agora como tudo funciona.

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É, parece problemática mesmo a fabricação do iPhone 4 de cor branca. A Apple acaba de lançar um comunicado dizendo que ainda encontram dificuldades para conseguir uma pintura branca que dure mais tempo. As atuais, apesar de bonitas no momento da compra, vão desgastando com o tempo.

Com isso, o lançamento foi mais uma vez adiado para o final deste ano. Isso, claro, se conseguirem resolver os problemas técnicos.

A parte boa é que isso tudo mostra que a Apple testa mesmo seus produtos antes de liberá-los no mercado. Se estes iPhones fossem vendidos e começassem a apresentar problemas depois de 6 meses, iria complicar muito a imagem da empresa, já tão massacrada com a versão preta do aparelho.

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