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Para pesquisador, chip Intel no iPhone poderia deixá-lo mais vulnerável

Em outubro, a Intel anunciou seus planos de lançar o Moorestown, um conjunto de circuitos integrados com um processador de 45nm que consome 10 vezes menos energia que seu antecessor, o Atom.

Para o pesquisador independente Dino Dai Zovi, se a Apple resolver adotar o Moorestown para equipar a terceira geração do iPhone (coisa que a Intel quer muito), o aparelho ficaria muito mais vulnerável à ataques de programas maliciosos, pelo fato da plataforma x86 ser já bastante conhecida da comunidade hacker.

Mas há duas questões que este pesquisador parece não ter levado em consideração. A primeira é que os atuais Macs utilizam chips x86 há mais de 3 anos e até agora não se viu nenhum crescimento na quantidade de vírus na plataforma desde então. Ou seja, a questão da segurança parece estar muito mais relacionada ao sistema que ao chip, e nesse caso o iPhone roda Unix, um dos sistemas mais estáveis que existem.

A segunda é que a Apple comprou em abril a PA Semi, uma empresa especializada na fabricação de processadores de consumação de energia muito baixa. A tendência é que ela não adote o chip da Intel nem da ARM (atual), mas que fabrique seus próprios chipsets tanto para iPhones quanto para iPods.

Fonte (em inglês)

iLex

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