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Em novembro, será possível fazer pagamentos instantâneos com o iPhone para qualquer conta bancária

Na tarde desta quarta-feira (19), o Banco Central do Brasil apresentou a marca PIX, que identifica o novo sistema de pagamentos instantâneos que deverá ser implementado em novembro.

Com ele, será possível usar o celular para pagar outras pessoas ou estabelecimentos comerciais, não importando o banco que você ou a outra pessoa tenha conta.

Veja aqui como irá funcionar.






Hoje em dia, há diversas opções para você enviar dinheiro para outros pessoas, como o PicPay e o MercadoPago. Porém seja quem paga como quem recebe, ambos precisam abrir uma conta no mesmo app, para permitir a transação.

O Banco Central está preparando um novo sistema de pagamentos que irá universalizar essas transações, permitindo que qualquer aplicativo possa transferir imediatamente para outro ou até mesmo direto para uma conta bancária, não importando a hora ou o dia da semana.

Por exemplo, será possível você pagar a pipoca do cinema com QR code em um sábado à noite, usando o saldo que tiver na sua conta do Nubank. Ou então, dividir o churrasco do domingo entre os participantes, gerando um QR code no iPhone e passando para cada um, que poderá escanear e enviar o valor na mesma hora para a sua conta bancária, seja lá qual seja.

Comerciantes não precisarão nem mais ter maquininhas de cartão para realizar pequenas vendas. Tudo poderá ser feito entre celulares, em tempo real.

A ideia é oferecer um padrão tecnológico que seja usado por todas as instituições bancárias e de pagamento, agilizando muito a forma como lidamos com o dinheiro. O BACEN já regulamentou que todos os bancos e instituições que tiverem mais de 500 mil contas, serão obrigados a incorporar o sistema.

Qual a diferença para o Apple Pay?

O Apple Pay trouxe facilidades nos pagamentos do dia a dia, mas ele e o PIX são coisas bem diferentes.

O sistema da Apple é associado a cartões de crédito ou débito, de um banco específico. É possível fazer pagamentos em maquininhas de cartão, mas você não pode, por exemplo, pagar um amigo que só tenha um celular.

Já com o PIX, você pode transferir para qualquer um, apenas usando um QR code. E a transição é imediata, diferente com o que acontece com boletos e DOCs.


A implementação pública do novo PIX está marcada para o dia 16 de novembro. Vamos ver se ele será mesmo a revolução dos pagamentos por celular como promete ser.

Via
Tecnograna
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iLex

Robô virtual que tem como missão organizar o site e ajudar leitores. De tempos em tempos ele desvirtua e tenta fazer outras coisas, mas nada que um hard reset não resolva.

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  • Rafael Raynner

    Esse Pix será um aplicativo ou vai acrescentar esse QR code dentro dos apps dos bancos?

    • Cristian Benigno

      Ao que tudo indica, no app dos bancos. Por isto, este tempo para que eles se adaptem.

    • O PIX será um sistema universal de pagamentos, e cada aplicativo poderá adotá-lo.
      Vai estar no app do Banco do Brasil, Nubank, PicPay, MercadoPago e todos que permitirem pagamentos. Com isso, você poderá enviar valores, de forma imediata, entre aplicativos.

  • Interessante. Falta também o BACEN regular retirada de investimentos nesses horários que não são comerciais.

    Acontece que todo mundo que fica um pouco esperto com dinheiro, mantém quase tudo em alguma aplicação (de diferentes liquidez).

    Então por exemplo, eu posso fazer uma compra ou pagamento de por exemplo 2 mil num final de semana. Mas não posso fazer uma transferencia e nem saque. Porque o dinheiro fica travado em investimentos. Sendo possível somente em horário comercial. Se por um lado isso é bom, pois evita algum saque por sequestro, por outro trava nesses casos.

    Então não sei como os bancos implementarão essa funcionalidade. Se ela dependerá do saldo corrente.

    • Rodrigo Vieira

      Certamente só vai poder usar o saldo da conta.. operação de investimento 24/7 seria inviável pq a maioria esta vinculado ao horário de operação das bolsas. Imagina, voce tem acoes de uma empresa e algum fator importante ocorre num sábado as 3 da manha.. Se voce tiver acordado, conseguiria resgatar antes de todo mundo, evitando perdas.. isso iria gerar um desequilíbrio imenso, pois as pessoas não podem ficar “on” 24/7

      • KGB07

        Bitcoin desde 11 anos atrás funciona 24/7

        • CarlinhosDOWN

          Eu ia dizer a mesma coisa.

      • Acredito que o BACEN e os bancos possam melhorar isso. Não digo que todo produto deva ser 24/7, mas porque renda fixa não seria?

      • André Pelegrini

        Camarão que dorme…
        Ações são investimento de risco, só isso seria um motivo para tirar o sono de quem se aventura sem saber o que está fazendo. Agora interessante você trazer esse ponto, de fato acredito que as travas atuais sejam mais por questões técnicas, o dia em que (por exemplo) o blockchain entrar com força nesse mercado pode ter certeza que pouco vão se importar se acionistas estão dormindo ou não.

  • Fabrício

    Se a quantidade de sequestros relâmpagos que usam máquinas de cartão para transferir valores já é grande, imagina com a possibilidade de fazer isso somente usando celulares?
    Queria não ser pessimista com esse novo meio de pagamento, mas prevejo uma enxurrada de casos onde as instituições se resumirão a dizer: Lamento, mas seu pagamento foi autorizado por seu dispositivo cadastrado. 😕

    • Henrique A.

      Junto com o Pix acredito que virá algum mecanismo de segurança para auxiliar na responsabilização de quem movimenta dinheiro criminoso. Ou seja, pode facilitar em tese a operação (prática) de criminosos mas, por outro lado, tudo passa a ser rastreável pelo BC.
      Mas, por enquanto, tudo é expectativa…

  • Daniel dos Passos

    Muito interessante, mas qual será o custo dessas transações? Sabemos que não existe almoço grátis.

    • Rodrigo Vieira

      Acredito que pela ampla concorrência dos bancos hoje em dia, o custo tende a ser 0. No inicio talvez não, mas muito em breve será. É um sistema que justamente reduz ainda mais os custos de operação. Não haveria sentido cobrar disso e não cobrar de TED/DOC

    • André Pelegrini

      Lembro quando lançaram o DDA tinha gente perguntando a mesma coisa. Bem, no fim até se parece um pouco com o DDA. Qualquer banco opera o sistema sem custos para o cliente. Pelo menos não pelo uso da ferramenta, os custos dos boletos às vezes vem embutido no valor final.

  • Carlos Frederico

    Lindo o esquema, de verdade, mas infelizmente eu acredito que isso seja o gatilho perfeito para o nosso lindo (#sqn) Guedes implantar o imposto sobre transações digitais…

    E aí eu quero ver se vamos ter força para barrar esse absurdo…

    • Fabricio Lourenção

      Excelente análise! Acredito na mesma coisa!
      Ele já indicou que gostaria de taxar esse tipo de transação. Agora será mais fácil.

    • Rodrigo Vieira

      Eu não acredito não. Acho que isso visa reduzir os custos com impressão de papel moeda e aumenta o controle fiscal sobre faturamentos. Isso não mudaria nada se houvesse um plano de uma nova CPMF, que daria para fazer com ou sem isso. O PIX é uma resposta a tecnologia para evitar o que ocorreu na China, onde uma grande parte do dinheiro das pessoas esta com 1 empresa (WeChat). Desta forma, eu posso usar o banco que me oferecer o melhor beneficio e ter a mesma praticidade do Ame, PicPay, etc.

      • Carlos Frederico

        Do fundo do meu <3, eu espero estar errado e você certo.
        Tomara que não usem isso para taxar… mas infelizmente eu não acredito nisso, diante do rumo que o país está seguindo.

    • Antonio Frederico

      O meu querido xará, é pra frente que se anda… e estamos no Brasil, o custo já vai estar embutido em algum lugar e a gente não vai nem ver, mas a ideia é excelente, é claro que tem gente falando que vai facilitar o sequestro relâmpago, mas é evidente que todos pensaremos num solução, você não vai comprar um jatinho de 3 milhões de dólares via QRCode as 3 da manhã né? Aliás, esse negócio será para valores baixos, não vamos sair comprando coisas de 10 mil acima encostando 2 celulares. Nada diferente do que é hoje né?

  • Daniel Zattera Sganzerla

    “Comerciantes não precisarão mais ter maquininhas de cartão”.
    Na minha opinião, isso é um exagero, visto que o cartão de crédito ainda oferece o que o consumidor brasileiro mais gosta: a divisão em suaves prestações. Além disso, pessoalmente, eu prefiro concentrar todas as minhas compras no cartão para ter um melhor controle e pagá-las todas no mesmo dia através da fatura.
    Além disso tudo, tem ainda a questão da milhagem que os cartões oferecem.
    Vejo com bons olhos essa medida, mas mais para pequenas transações entre pessoas físicas, e não como método de pagamento de compras, a não ser que o comerciante ofereça uma boa vantagem para quem for pagar instantaneamente.

    • Luiz Fernando

      O Pix vai extinguir pagamento por Boleto

    • Daniel, acho que você interpretou errado a frase.
      Me parece que você entendeu que “as maquininhas de cartão não serão mais necessárias”, mas não foi isso que a frase original quis dizer.

      Hoje, para um pequeno comerciante receber pagamentos, é quase imperativo que ele tenha uma maquininha, mesmo que seja para receber só no débito. Na cidade onde eu moro é muito comum consultórios médicos aceitarem somente o débito e, com isso, precisarem ter uma maquininha, que tem seus custos e comissões.

      Com o PIX, quem quer vender algo, por menor que seja, não precisa mais de uma maquininha para isso. Pode fazer tudo pelo celular, que todos terão condição de pagar.

      Foi isso que a frase disse. E ainda a considero correta nesse sentido.

      • Pedro Santos

        Na verdade, iLex, “as maquininhas de cartão não serão mais necessárias” é consequência direta e óbvia da frase “comerciantes não precisarão mais ter maquininhas de cartão”. As frases tem o mesmo significado, diferenciando-se pela primeira ter sujeito paciente e a segunda agente. O objeto, na segunda, virou sujeito, na primeira.

        Se precisar é sinônimo de necessitar, “Comerciantes não precisarão mais ter máquinas de cartão” = “Máquinas de cartão não serão mais necessárias para os comerciantes”.

        E análise do amigo foi bem pertinente, de fato. A medida é interessante mas vai abraçar apenas uma fatia ínfima do mercado tradicional por um looooongo tempo. Além de todos os argumentos muito bem sinalizados, complemento que atualmente é muito mais fácil adquirir uma máquina de cartão de crédito do que era há 10 anos. As taxas também estão muito menores. Possuo empresa e tenho uma taxa média, entre crédito e débito, de apenas 1,32% para 90% da minha venda em cartão (Elo, Visa e Mastercard). Todos esses fatores popularizaram ainda mais a compra com essa forma de pagamento. E é muito mais fácil, e será ainda por muito tempo, o cidadão médio ter cartão do que aplicativo bancário habilitado.

        • Marccus Phillipe

          Na verdade vocês estão ausentando uma parte importante da frase (ao retirar o final).
          “Comerciantes não precisarão nem mais ter maquininhas de cartão para realizar pequenas vendas.”
          Pequenas vendas é exatamente o que o autor quis dizer. Eu também trabalho no mercado de vendas e sei que não é a maioria que aceita crédito em seu estabelecimento. Quase ninguém parcela pequenas vendas, e também não é todo mundo que parcela venda grande (uma consulta médica, por exemplo, R$300,00). Ou seja, entre o comerciante ter o máquina (ter que solicitar papel pra impressão, às vezes ficar sem sinal, ter que aguardar 24h úteis pro dinheiro cair no banco, ter que pagar taxas) e ter o PIX (que ele terá o dinheiro imediatamente e sem os custos citados), foi nesse sentido que eu entendi a frase.

          • Pedro Santos

            Minha empresa é um restaurante, então a maioria dos pagamentos eu classifico como pequenas vendas, e falo da realidade que vejo por aqui, bem como em todos os lugares. ApplePay ainda gera estranheza nos clientes e uma pequeníssima parcela de clientes o utiliza, mesmo tendo iPhone e afins. Quando fico no caixa, muitos clientes que tem cartões contactless nem sabem o que é isso. Como cliente, em muitos lugares que vou ainda tenho que pegar a máquina e ensinar o operador a utilizar a função de pagamento por aproximação. Em compras abaixo de R$ 50,00, que não necessitam de senha, a compra aprova e eles ficam abismados. São coisas que vão demorar de chegar no grande público, e dizer que uma máquina de cartão de crédito não é necessária, seja a compra do porte que for, leva a crer que ela é dispensável sim, quando, na verdade, não é e não imagino sendo por ainda bons anos.

            • CarlinhosDOWN

              O seu problema é que você pega a SUA experiência, que acontece no SEU bairro, na sua cidade, e se baseia nela para formar uma verdade universal que seja válida para todas as outras situações. Claro que é importante se basear nas próprias experiências, mas se limitar a elas sem considerar outros cenários diversos é limitador demais e cria uma falsa realidade.

              É só deixar a preguiça mental de lado e pensar um pouco:
              – O texto diz que será o fim definitivo das maquininhas? NÃO.
              – O tal PIX vai permitir que eu venda sanduíche natural na frente do seu restaurante, sem precisar contratar uma maquininha que cobra “apenas” 1,32% de comissão no débito? SIM.

              Você quer comparar Apple Pay com PIX, e este é o seu erro.
              Bastará usar qualquer aplicativo de banco para começar a ver o Pix como opção, o que acredito irá difundir e se popularizar muito mais do que o Apple Pay, que é para um nicho (tem que ter iPhone e um cartão compatível).

            • Henrique A.

              Sim, fora que o Whatsapp deve entrar no sistema de pagamentos nacional e adotar o PIX. Se isso ocorrer, em 1 semana 99% dos brasileiros saberão usar o PIX.

            • Pedro Santos

              Nossa senhora… estou em uma zona de passagem que lido com uma clientela mais variada possível, cerca de 15.000 vendas por mês. Acho que tenho uma amostragem para análise bem vasta. Está bem claro que falo da minha experiência como cliente em outras empresas também. E a seara da internet é deprimente mesmo. O cara que nem tava na discussão já chega ofendendo. Quando começa assim, sinceramente não tem argumento que se releve. Mas vou escolher ignorar.

              Sobre o sanduíche natural, não sei em que lugar você vive que mesmo os pequenos comerciantes não tenham máquina de cartão de crédito. Não são raros os lugares que vejo que até mesmo os garçons possuem uma para cobrar a taxa de serviço opcional. Acabou a era de aluguel absurdo para se ter uma máquina. Hoje, com menos de R$ 100,00, você adquire uma maquininha. E uma pessoa que simplesmente abandonaria essa fatia de mercado porque “máquinas não são mais necessárias”, crendo piamente em dinheiro e PIX, está fadada ao fracasso comercial. Calculando o exemplo que você citou, mas imaginando que esse MicroEmpreendedorIndividual aceite cartões de crédito e débito, imaginemos que essa pessoa consiga vender 40 sanduíches por dia. Chute baixo. A R$ 4,00 cada sanduíche, outro chute baixo. Trabalhe por 24 dias na semana. Mais um chute baixo. Terá uma renda de R$ 2.880,00. Se as vendas com cartão forem de 10% sobre o faturamento total, a máquina de cartão ainda é comercialmente necessária. E eu estou falando de menos de R$ 300,00 por mês, sabendo também que a fatia será muito mais que 10%.

              Outra coisa: preguiça mental, cara? Olha o sentido LITERAL da fase. “Máquinas não serão mais necessárias para pequenas vendas”. Essa frase é exageradíssima SIM, a não ser que sua realidade ultra moderna prove alguma coisa diferente. Vá em qualquer estabelecimento formal convencional e indague sobre a fatia que outras formas de pagamento senão cartões de crédito e débito ocupam. Também faça o mesmo teste daqui há 2 anos perguntando a fatia que o PIX vai ocupar. Eu duvido que tenha um movimentação que beire 5% das transações, mesmo se falando de micro e pequenas empresas. É interessante? É. Mas vai abraçar uma grande fatia do mercado? Eu acho que não, pelo menos não tão cedo. Se você tem uma opinião diferente, discorde. Discorde da frase também, por mais que seja claro o significado e o raciocínio que ela provoca. Você é livre para tal, mas seja cordial e tenha o mínimo de respeito. Qualquer pessoa adulta já passou da fase de ofensas gratuitas na internet.

            • CarlinhosDOWN

              Qualquer pessoa adulta já passou da fase de ofensas gratuitas na internet.

              Não sei do que você está falando, porque não acho que tenha ofendido você. A não ser que você ache ofensivo alguém argumentar contra o que você afirma. Isso tem um nome, mas não faz parte do assunto da conversa.

              Vamos combinar uma coisa: vamos voltar aqui daqui um ano e aí a gente vê como vai estar a situação. Mas tem que vir mesmo, porque não vale sumir porque as coisas não andaram como você escreveu.

              Vou até anotar aqui a sua afirmação, para caso você apague o que escreveu, dizendo que quem crê piamente em dinheiro e PIX, está fadado ao fracasso comercial.

              Claro que se a situação do tal PIX for diferente de alguma coisa que eu afirmei, então não terei problema nenhum em admitir que eu errei. Aliás, como qualquer pessoa adulta, Pedro. Espero que você faça o mesmo se for o caso.

            • Hans

              O seu problema é que você pega a SUA opinião, que acontece nos SEUS neurônios, na sua cabeça, e se baseia nela para formar uma verdade universal que seja válida para todas as outras situações. Claro que é importante se basear nas próprias opiniões, mas se limitar a elas sem considerar outros cenários diversos é limitador demais e cria uma falsa realidade.

            • CarlinhosDOWN

              “Ei mamãe, olha só, eu sei fazer joguinho com as palavras!”

              Falou falou mas não disse nada.
              Quer discutir com argumentos, aí sim podemos progredir. Mas se não é para dizer nada, perdeu uma oportunidade de não passar vergonha.

              Cara, não é opinião, é um fato: eu vou poder vender pipoca na praia sem precisar pagar por uma máquina de cartão. Se você tem algum fato que desminta isso, por favor, fique a vontade para falar. Pessoas inteligentes fazem isso, campeão. 😉

            • Hans

              Ei papai, eu tentei disfarçar ranço, ofensa e opinião de argumento e agora estou chateado porque me pegaram no pulo. Senta e chora.
              E é opinião sim “campeão”. A partir do momento que você não está falando por experiência própria, está falando de um pipoqueiro na praia que você não é, nem nunca foi, então se trata de opinião. Entendeu campeão?

        • Daniel Zattera Sganzerla

          Perfeito, Pedro!

  • De certo modo isso seria uma variação do Apple Cash que você pode enviar dinheiro de uma pessoa pra outra apenas enviando uma mensagem de texto, mas claro o Apple Cash só funciona em aparelhos Apple. Aqui nos Estados Unidos existe o Venmo que faz exatamente isso. Qualquer aparelho iOS ou Android pode baixar o aplicativo, você conecta sua conta do banco nele e vc envia grana imediatamente pra outras pessoas como quem envia uma SMS. O Brasil burocrático aos poucos vai avançando…

  • Luan Daniel Guarilha-Wynne

    Aqui nos EUA nos já temos um app assim o nome é Zelle e super funciona, facilitou a vida de todo mundo pois a maioria dos bancos aceita.

  • Malikoff

    A China comunista tem algo similar há alguns (vários) anos e tem centralizado (como de praxe) a vida financeira de quase todo o país nesse sistema de pagamento e recebimentos deles. O curioso é que, neste caso, um país capitalista como o nosso importa uma solução muito similar a de um país comunista. Ainda mais considerando a posição do mandatário do Executivo Federal.

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