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Apple Pay passa a funcionar também na Suécia, Dinamarca, Finlândia e Emirados Árabes

Enquanto nós aqui do Brasil continuamos sonhando em termos um dia o Apple Pay, na Europa o sistema de pagamentos da maçã vai ganhando cada vez mais países. A partir desta semana, usuários da Suécia, Dinamarca, Finlândia e Emirados Árabes (no Oriente Médio) já podem pagar suas compras usando o iPhone, o Watch ou o MacBook Pro com Touch Bar.

Como acontece em diversos outros lugares fora dos Estados Unidos, o número de bancos que suportam o Apple Pay é bem limitado e restrito a instituições menores. Grande parte dos bancos continua resistindo à adoção do sistema da Apple, preferindo apostar em soluções próprias.

No Brasil, o silêncio sobre o assunto permanece. Acredita-se que a queda de braço entre Apple e bancos continue, com o impasse sobre a comissão que a maçã irá ficar. Para se ter uma ideia, em outros países o Samsung Pay cobra uma comissão de 0,01% por pagamento, enquanto a Apple cobra 0,15%. Isso pode explicar a concorrente já estar funcionando amplamente em nosso país, enquanto a maçã ainda negocia. A Apple argumenta que a segurança que seu sistema oferece acaba reduzindo vários custos para os bancos.

Vai acabar 2017 e aparentemente continuaremos sem poder fazer pagamentos apenas aproximando o iPhone à máquina de cartão. Será que um dia isso se resolve?

Vale lembrar que a Alemanha, um dos países mais ricos da Europa, também não tem o Apple Pay.

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Robô virtual que tem como missão organizar o site e ajudar leitores. De tempos em tempos ele desvirtua e tenta fazer outras coisas, mas nada que um hard reset não resolva.

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  • Johnny Mallenge

    Em que pé ficou o Apple Pay com o iPhone X? Ele vai funcionar com o FaceID?

    • Alex iPilot

      Do jeito que as coisas caminham, parece que a primeira dúvida é se o Face ID vai funcionar com o iPhone X…

      • Leonardo Negrisoli

        Por que não funcionaria?

        • Alex iPilot

          De forma curta: porque não está sendo testado.

          Senão vejamos… Mesmo com programas de betas, públicos e de desenvolvedores, a Apple vem lançando betas e até versões finais com bugs bisonhos como o do calendário, uma versão atrás da outra. Funcionar no dia da apresentação não basta e ele até falhou!

          O Watch LTE teve problemas sérios de conexão com as operadoras no lançamento e não sei se já resolveram (não acompanhei). O laboratório da Apple não está sendo suficiente, do jeito que as coisas caminham…

          • Leonardo Negrisoli

            Eu não levaria em conta a “falha” no dia da apresentação, pois a Apple se pronunciou e acho que fez sentido a justificativa.
            Por outro lado, faz sentido o que vc comentou em virtudes da qualidade, ou falta dela, no iOS 11 atual

            • Alex iPilot

              Sim, a apresentação foi aquela “coisa chata” que será eternizada, rsrsrs… Mas veja que coincide com a “falta de qualidade” que assombra o Pomar! Então não deveriam ter verificado essa possibilidade nos preparativos do espetáculo? A gente vai juntando essas observações e construindo uma idéia…

            • Leonardo Negrisoli

              É verdade, vc tem um ponto importante, já que essas falhas chatas da a impressão de algo muuuito inacabado
              Na prática, eu espero que o Face ID funcione tão bem quanto o Apple Pay com o Touch ID… a última coisa que eu gostaria é de ter que ficar apontando o cel pra minha cara antes de posiciona-lo no leitor no caixa da farmácia rs… com o Touch ID tenho zero preocupação “It just Works” como a Apple gosta de dizer.

          • Guilherme Paviani

            “Funcionar no dia da apresentação não basta e ele até falhou!”
            Todo mundo sabe que ele nao falhou Alex, e sim o apresentador não soube conduzir da melhor maneira. O que houve foi que de tantas vezes que manipularam o celular nos bastidores, ele ficou tentando identificar rostos que não estavam cadastrados, e quando se tenta por 3 vezes ele simplesmente bloqueia, foi isso que aconteceu no dia do evento.

            • Alex iPilot

              Aqui entre nós, essa foi a explicação da Apple, não é? 😉

              E sendo verdadeira (o que aliás faz bastante sentido) mostra um desleixo INACREDITÁVEL porque prova que o tal rosto cadastrado (pelo menos um deles) não teve o cuidado de verificar o funcionamento antes da apresentação! Isso seria parte desse “descuido geral” que a gente percebe por aí…

      • Alex iPilot

        Todos nós torcemos – à exceção dos haters, mas isso é característica dos haters – porque isso irá empurrar a concorrência, que hoje até parece ter capacidade de virar o jogo mas abusa de preguiça e comodismo. Certo é que ninguém ganha com a Apple fora do jogo.

    • Leonardo Negrisoli

      Sim

  • Gaius Baltar

    Essa justificativa da Apple não tem lógica, pois a segurança necessária para a utilização do Pay só existe por causa do sistema de pagamento, logo é uma despesa inexistente agora. Se a Apple fizesse os bancos pouparem em outras áreas então esse custo poderia ser direcionado para a comissão da Maçã, caso o contrário não há porque os bancos pagarem mais a ela do que pagam à Samsung, por exemplo.
    A necessidade é mãe da invenção, e até agora não há nada nos pagamentos por dispositivos móveis que justifique sua adoção em massa. No dia em que esse tipo de pagamento for uma grande mais valia para o utilizador então serão os bancos que irão até à Apple ou Samsung para solicitar a adesão. Até lá serão um produto de nicho.

    • Alexandre Marini Ísola

      Pense num post adequado! Concordo com vc!

    • Leonardo Negrisoli

      A maior vantagem para nós e consequentemente para os bancos é o fato de uma solução bem simples onde nem se precisa de aplicativos de terceiros ou coisas so tipo para que faça uma transação sem risco de seu cartão ser clonado.
      Imagina o quanto de $ o banco não perde por ano só nesse tipo de fraude que poderia ser evitada com a tecnologia do Apple Pay, por exemplo.
      Não tem coisa mais prática ou gostosa de usar, do que o Apple Pay

      • Gaius Baltar

        A diferença de uso de um Apple Pay para um cartão normal é que ao invés de autenticar na máquina do estabelecimento você o faz no telefone. Isso não traz ganho significativo nenhum nem para o lojista, nem para o cliente, nem para o banco. É mais cool e leva comissões para a Apple, mas na prática do dia a dia não é relevante.

        • Leonardo Negrisoli

          Para os lojistas vc até pode ter razão, mas vc acha mesmo que o fato de eu ter um “numero de cartão virtual” impedindo que meu cartão seja clonado é irrelevante pro cliente e pro banco?
          Vc já teve o seu cartão clonado? Só a dor de cabeça que isso evita pra mim já vale a pena….
          Pro banco então, nem se fala, pois a longo prazo ele pode ter uma grande redução de custos operacionais com esse tipo de fraude a medida que o meio de pagamento vai se popularizando.

          • Gaius Baltar

            Talvez em um sistema bancário mais atrasado como o brasileiro o conceito de cartão virtual seja uma novidade e o Apple Pay seja uma grande revolução, mas o fato é que esse tipo de cartão é algo de ampla utilização em muitos países.
            Moro em Portugal e há muitos anos que não uso meu cartão de débito/crédito real para compras na internet, e sim um serviço chamado MB Way, que permite tanto compras diretamente nos sites (quando estes têm acordo direto normalmente locais) quanto a criação de cartões virtuais para utilização em qualquer site ou serviço. Permite também o pagamento em lojas físicas, com confirmação pelo Touch ID, da mesma forma que o Apple Pay. Tem a vantagem de ser um serviço nativo da gestora de serviços bancários portugueses, não tendo custos adicionais para os bancos ou utilizadores. Aliás, essa integração com o restante sistema permite até o saque de dinheiro em qualquer caixa eletrônico sem o uso de cartões, inclusive por pessoas que estejam distantes.

            • Leonardo Negrisoli

              Entendi…
              Existem diversas opções no mercado, mas ainda sim, para o usuário eu não vejo algo mais simples do que o Apple Pay. Nada de abrir Apps de terceiros, posso trocar de cartão na hora da operação e usar qualquer um dos meu cartões, posso fazer inclusive pelo meu relógio… enfim. Acho que menos é mais e essa idia de não ter que fazer nada, apenas colocar meu dedo no Touch ID pra mim já valeu.
              Claro que o bancos colocarão seus serviços a prova para competir com o sistema da Apple, mas aí quem ganha com isso somos nós. Se o meu banco fizer algo melhor que o Apple Pay, eu mudo… Se a Apple melhorar dps, eu volto.. e por ai vai.
              O que eu n acho legal é simplemente o boicote do serviço por n quererem pagar milesimos de centavos que são recuperados facilmente no mercado com mais $ do mundo.

            • Gaius Baltar

              Mas no MB Way você não tem que abrir o app para efetuar o pagamento. Você fornece o número do seu celular ao vendedor, recebe uma mensagem no iPhone, iPad ou Apple Watch e confirma com Touch ID, exatamente da mesma forma. Com a vantagem de poder fazer isso e muito mais. Ah, também pode cadastrar quantos cartões tiver e pagar com o quiser.

            • Leonardo Negrisoli

              Pode ser minimalista, mas no meu caso eu nem preciso informar o telefone e muito menos tirar o iPhone do bolso (caso esteja de Apple Watch) para autenticar.
              De qualquer forma, esse MB Way me soa beeem interessante

            • Gaius Baltar

              É a contingência de ser multiplataforma, mas é um pequeno preço a pagar tendo em vista o que faz a mais do que o Pay.

    • Vinicius Alves

      Não. A Apple oferece segurança para pagamentos com o Apple Pay em todas as vias da transação: a idoneidade é confirmada pelo dispositivo, então o banco não precisa gastar com processamento para saber se o cartão não foi clonado; O envio e recebimento da confirmação da transação não é feito somente pela adquirente (dona da máquina do cartão), a Apple faz todo esse intermédio para o banco não precisar criptografar a informação. São muitas coisinhas pequenas que juntas, se o banco oferecer suporte, podem ser até lucrativas. Quando o Apple Pay foi lançado, alguns bancos dos EUA falaram que, com o sistema da Apple, eles teriam muito menos gasto com segurança nas vendas com cartão.

      • Gaius Baltar

        Mas essas salvaguardas que a Apple oferece são justamente para a manutenção do próprio Pay e não impactante na despesa geral do banco. Seria uma despesa inexistente se não houvesse o Pay.
        Exemplo: Imaginemos que o Vinicius tem um Tesla e estaciona todos os dias perto do trabalho, sendo que um manobrista pega o seu carro na porta dos seu emprego e leva ao estacionamento. Eu chego para o dono do estacionamento e digo que se ele me der 0,15% por cada cliente propietário de Tesla eu faço o serviço de manobrista especializado, garantindo que eu sou um piloto treinado pela empresa de Elon Musk.
        Qual a vantagem para o Vinícius, se continuará a entregar e receber o carro no mesmo local e o mesmo ficará estacionado no mesmo estacionamento?
        Qual a vantagem para o dono do estacionamento, se continuará a ter que pagar aos manobristas que guiam os carros de outras marcas e ainda me dará 0,15%?
        ¯_(ツ)_/¯

        • Leonardo Negrisoli

          Discordo.
          Para o dono do carro é mais uma opção ele verá o que se sente mais seguro. Eu prefiro que um piloto profissional, que não vai danificar meu carro, ande com ele do que um zé qualquer que pode não ter os cuidados devidos.
          Para a empresa, se o cliente optar por Apple Pay (piloto), ela terá a certeza que o carro não voltará com qualquer tipo de batida ou arranhões que poderiam sercausados pelo zé qualquer.
          Nessa sua comparação, temos que dizer que os motoristas comuns geram o custo paralelamente proporcional ao que os bancos tem com fraudes de cartão para a comparação ser justa e isso pq estamos apenas considerando essa visão de “fraudes”.
          Sendo assim, continua fazendo sentido pra mim.

          • Gaius Baltar

            Mas não é cobrado de você e sim do dono do estacionamento que teria duas opções: repassar o custo adicional a você ou diminuir a margem de lucro.
            E se ao invés de ficar parado o dono do estacionamento contratar o seu próprio piloto Tesla? Oferecerá o mesmo serviço e não precisará de mim. Ele e você estarão satisfeitos e eu ficarei chupando o dedo.
            Pois é justamente isso o que ocorre aqui em Portugal. A sociedade gestora de pagamentos eletrônicos (pertencente aos bancos) criou o seu próprio sistema de pagamento que é seguro, multiplataforma e com custos menores para eles. O que a Apple pode oferecer a mais?

            • Leonardo Negrisoli

              Ainda bem que o “Não é cobrado de vc” veio seguido da opção de repassar os lucros. A gente sempre vai pagar por isso, direta ou indiretamente.

              O santander ganhou uma certa visibilidade entre os meus amigos quando esses puderam cadastrar o cartão no Samsung Pay… Fazer marketing com isso pode ser atrativo pra eles e não acho que esse custo para os banco seja tão expressivo qto seria para o cara o estacionamento.
              1 mês que esse cara paga o mínimo do cartão de crédito ou entra no cheque especial já cobrem todos os custos do Apple Pay q ele utilizar o ano todo (modo de dizer), ainda mais considerando os juro do Brasil.
              Infelizmenet lá não conheço nenhuma opção de pagamento “móvel” boa como o Apple Pay ou esse MB Way que vc comentou ter em Portugal

            • Gaius Baltar

              Pois é, pode ser que o Pay seja algo realmente especial para os usuários Apple brasileiros. Vamos esperar que chegue e que os bancos saiam da idade da pedra.

            • Leonardo Negrisoli

              Torcendo pra isso, pq eu adoro a função.
              Aqui nos EUA eu vejo as pessoas usando muito tbm então n acho que seja usuário Apple Brasil… mas talvez usuário Apple de uma forma geral. Se somar ao momento atual do Brasil talvez tenha ainda mais potencial por n ter outra alternativa tipo essa que vc tem aí

            • Gaius Baltar

              Falei especificamente do Brasil porque lá as opções são praticamente nulas, como você falou.

        • Diego Azevedo

          Gaius, sua comparação é de bananas com laranjas. É como um manobrista que cobre os reparos em caso de arranhões e batidinhas, que são uma parcela do custo da empresa de manobristas.

          “Mas essas salvaguardas que a Apple oferece são justamente para a manutenção do próprio Pay e não impactante na despesa geral do banco. Seria uma despesa inexistente se não houvesse o Pay.”

          Incorreto. Ao tomar para si os problemas de segurança provenientes das transações, a Apple diminui sim o custo dos bancos. Esse é o diferencial do Apple Pay para outros.

          O problema, ao meu ver, é que a Apple não tem market share o suficiente no país. Ou seja, ela toma para si os problemas relacionados com uma fração ínfima dos clientes de um banco (e apenas uma parcela de suas transações).

          • Gaius Baltar

            Mas a Apple não vai assegurar TODAS as transações através de cartões e apenas aquelas procedentes do Apple Pay. Se os bancos já têm suas próprias soluções de pagamento eletrônicas com sinergias com o resto do sistema, porque precisam da Apple? Não estamos comparando pagamentos via Apple Pay com pagamentos via cartão de crédito físico e sim Apple Pay x serviços de pagamentos eletrônicos dos próprios bancos.
            Tem também a questão de marketshare aí no Brasil. mas mesmo em países onde a Apple tem um grande apelo Apple Pay não faz sentido do ponto de visto financeiro para os bancos, pelas razões supracitadas.

    • O sistema de pagamento não está imune às fraudes, tanto é verdade que as empresas pagaram R$ 1.8 bilhões em transações bancárias fraudulentas. Eu acredito que um sistema do tipo Apple Pay com uso do Touch ID para compras físicas ou virtuais ( lembrando que essa tecnologia não utiliza o número do cartão de crédito/débito para efetuar a transação ) deve com certeza impedir a fraude. Essa informação do valor de quase dois bilhões de reais foi pesquisada por mim em 2015. Imagine hoje.

      Será que a segurança do sistema realmente já existe como vc disse ? Esses bilhões em fraude me dizem que há alguma falha em usar cartões e números do mesmo para transacionar compras e valores.

      Acredito também que fazer um serviço desse ( Apple Pay, Samsung Pay, Android Pay ) e não fazerem desse investimento uma receita …

      • Gaius Baltar

        Se o Apple Pay oferecer um sistema que se mostre com menos falhas e que seja mais prático e barato que o atual terá toda a lógica que seja implantado, mas a verdade é que os sistemas atuais podem ser modernizados sem a necessidade da Apple ou da Samsung.
        Sistemas biométricos através dos smartphones já existem em diversos países, e aqui em Portugal o serviço MB Way já permite a qualquer utilizador pagar através do aparelho, seja online ou nas lojas físicas, com o uso do Touch ID ou o seu equivalente. É um serviço da empresa gestora dos serviços bancários, o que significa que tem implantação praticamente imediata no sistema e que está interligado com os caixas eletrônicos, permitindo inclusive saques de dinheiro sem cartões. É prático, seguro, multiplataforma e não tem a Apple ou Samsung como intermediários. O que essas empresas podem oferecer a mais?

  • Guilherme Auwarter

    Esse com toda certeza é um dos recursos que eu mais espero no Iphone, acredito sim que possa estar chegando ai ano que vem. Gostaria também de ter aquele aplicativo News que ate agora não sei porque não tem uma versão para a gente haha

    • Rafael Oliveira

      ApplePay, News e TVapp são coisas que espero chegar logo no Brasil

  • Rodrigo

    Alguém conhece algum cartão pré pago que possa usar no Apple Pay aqui no Brasil?

  • Uma dúvida, usando o app do Banco do Brasil é possível realizar pagamentos via NFC, independente do Apple Pay??

    • Rodrigo

      Não é possível, só pode usar Apple Pay no Banco do Brasil se tiver conta no Banco do Brasil Americas