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iPhone ajuda a diagnosticar casos de câncer em universidade dos EUA

Uma equipe de pesquisadores da Universidade Washington State conseguiu criar um laboratório portátil capaz de analisar neoplasias e diagnosticar com uma precisão de 99% a incidência ou não de câncer. E este pequeno laboratório usa o iPhone para processar tudo isso.

O professor Lei Li, responsável pela experiência, explica que o equipamento é capaz de individualizar a Interleucina 6 (IL6), um biomarcador que ajuda a detectar câncer de pulmão, de próstata, de fígado e do seio. O aparelho consegue analisar 8 amostras ao mesmo tempo, tornando bem rápido o processo de diagnóstico.

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A pequena invenção pode democratizar bastante a análise de doenças, principalmente em postos de saúde distantes dos centros populacionais que não contam com tantos recursos. Atualmente um iPhone é usado, mas a ideia é aperfeiçoar o aparelho para que funcione com qualquer smartphone.

fonte Washington State University | via 9to5mac

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iLex

Robô virtual que tem como missão organizar o site e ajudar leitores. De tempos em tempos ele desvirtua e tenta fazer outras coisas, mas nada que um hard reset não resolva.

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  • Duane

    Até onde li no “texto” original, a única coisa usada do iPhone é a câmera! Não há um processamento realizado pelo iPhone! Não há nada de especial no iPhone para esta aplicação! Até onde li em outros lugares e na fonte que você citou, é meramente uma questão de conveniência!
    Espectrofotometria é uma técnica amplamente usada e usei bastante na graduação. Os equipamentos são caros e grandes! Se isso funcionar, coisa que ainda não foi publicada em periódicos sérios, será uma coisa muito benéfica!

    Só me assusta um título tendencioso e a publicação que algo que ainda não foi testado ser dado como “feito”!
    Este aparelho ainda não diagnosticou NENHUM caso de câncer! Ele conseguiu separar proteínas que PODEM ser indicadores de um POSSÍVEL caso de câncer!

    • A.Lozzini

      Se você vai a uma festa e coloca as toalhas nas mesas, você AJUDOU na festa, assim como o iPhone AJUDA no diagnostico. Se ele consegue separar proteínas e isso é um indicador, o iPhone está AJUDANDO no diagnóstico. Se para isto usa-se apenas a câmera; posso estar errado, mas a câmera é uma Canon 5D Mark III? Não, é a do iPhone.
      Você conseguiria analisar as 8 amostras ao mesmo tempo? Não. Então você não AJUDA no diagnostico, o iPhone consegue, então ele AJUDA no diagnostico.

      Como diz na matéria, hoje o projeto funciona com o iPhone 5, porém, a ideia é criar um design para outros smartphones. Ou seja, amanhã PODE SER que outros smartphones ajudem no diagnóstico.

      Para finalizar, seria ser chamado de fanático dizer que o pesquisador escolheu o iPhone para testar o seu protótipo e não outros, por confiar no aparelho e em seu sistema?!

      • Duane

        Bom… Respondi de forma educada e formal, porém meu comentário não foi aceito!
        O que disse é que não houve diagnóstico algum! Houve uma separação de proteínas!
        O iPhone simplesmente serviu como fonte de luz! Qualquer um que já mexeu com este tipo de equipamento sabe disso!

        Sobre o exemplo da toalha. A pessoa ajudou, mas a toalha não. A pessoa, no nosso caso, é o pesquisador e a toalha é o iPhone!

        • A.Lozzini

          Uma pena não terem aceito o comentário.

          Mas onde está escrito que HOUVE disgnóstico? Não está escrito isso; apenas está escrito que o iPhone AJUDA. E esse ‘ajuda’ é no sentido de completar algo maior, ou seja, ele completa o sistema inventado pelo pesquisador.
          Posso estar errado, mas se a separação de proteínas é um método, mesmo que “inicial” de identificar o câncer, pode-se dizer que AJUDA a diagnosticar o câncer.

          Em todo caso. eu entendi que o disse. Ao ler o título, pode-se ter a ideia do iPhone como o coração do sistema, o responsável. Porém, estamos na internet, onde tem que se ter muito cuidado. Eu mesmo abri a matéria com aquela pézinho atrás.