Se é uma coisa que não tem como negar é que o departamento de marketing do Opera é muito bom. Eles armaram uma estratégia para tentar o impossível: publicar na App Store o Opera Mini, um aplicativo de navegação pela internet que, além de não usar o webkit do Safari, ainda se diz mais rápido que o próprio.

A empresa está enviando hoje o aplicativo para aprovação na App Store. Será que a Apple vai permitir?

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Esta é uma notícia bem curiosa, que nos faz querer entender como funciona o sistema de aprovação da Apple. Surge o segundo caso de censura regional na App Store, depois do aplicativo de Dalai Lama. Uma obra sobre o líder nazista está disponível no mundo inteiro, menos na Itália, Áustria e Alemanha.

O desenvolvedor italiano Luigi Marino já se tornou bem polêmico no país da bota por ter lançado aplicativos sobre a biografia de líderes controversos, como iMussolini, iStalin e iSilvio. No caso do primeiro, vários grupos de direitos humanos na Itália tentaram em vão tirá-lo da loja.

Como o gênero se mostrou um filão de ouro para Luigi (toda a polêmica o fez vender muito), ele tentou lançar um outro aplicativo do gênero, chamado iHitler, mas desta vez, a Apple barrou.

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Que os jogos são o grande filão do iPhone e iPod touch, isso ninguém mais duvida. A própria Apple usa muito esse tema em sua publicidade fora do Brasil. Mas o que pode impressionar é que o OS da maçã está deixando para trás plataformas tradicionais, como o PSP da Sony.

Em apenas um ano, a participação de mercado do iPhone OS em jogos portáteis nos Estados Unidos passou de 5% para 19%. O PSP foi o mais afetado, mas o Nintendo DS também perdeu participação.

Se contarmos jogos em geral (incluindo as consoles como XBox e Wii), a categoria móvel cresceu 8% em relação ao ano passado. Como a grande diferença entre as duas categorias (portátil e console) é o tamanho da tela, vamos esperar para ver qual será o impacto do iPad, que já chega cheio de jogos adaptados para ele.

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A novidade é inédita nos Estados Unidos. Pela primeira vez desde que foi lançado, o iPhone poderá sair da loja já desbloqueado e sem contrato nos Estados Unidos. Até hoje, não era possível desbloquear oficialmente um iPhone comprado nos EUA.

Erro grave do 9to5Mac que alterou rapidamente seu artigo (mas o endereço ainda comprova o título antigo). Na verdade, os aparelhos ainda serão bloqueados com a AT&T. Tava bom demais para ser verdade, não? :P

A notícia foi primeiro difundida pelo site 9to5Mac e depois confirmada pelo Gizmodo. O preço inteiro do aparelho, sem contrato, será de US$499 para o modelo 3G de 8GB, US$599 para o 3GS de 16GB e US$699 para o 3GS de 32GB.

Apesar de não precisar da assinatura de nenhum contrato de fidelidade, ainda é necessário um documento de residente no país para poder comprar. As vendas também são limitadas a um aparelho por pessoa ao dia.

Os preços, comparados aos do Brasil, são bem atraentes, mas é sempre bom lembrar que a garantia não é internacional: se algo acontecer com ele, será preciso reenviá-lo para o país de origem.

ATUALIZAÇÃO: A notícia, na verdade perde todo o interesse. As lojas Best Buy já vendiam os aparelhos no mesmo sistema, sem contrato, mas atrelados à AT&T.

Eis mais um resultado do nosso Weekend Premiado do jogo The CannonBalls. O sorteio foi realizado com a ajuda do site Random.org, seguindo a ordem cronológica de postagem.

Mais uma vez algumas pessoas não prestaram atenção às regras e foram eliminadas. A primeira porque fez mais de um comentário e a última, por ter postado duas vezes com nomes diferentes.

Vamos aos ganhadores:

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